Cotidiano / Emprego & Concurso

Após ‘sumiço’ de caderno de questões, candidatos fazem prova do concurso da PRF

Os mais de 400 candidatos que não conseguiram fazer a prova do concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 25 de maio de 2014, devido à falta do caderno de provas, estão, neste momento, realizando a prova na Unigran Capital, em Campo Grande (MS). A prova estava marcada para começar às 14h15 e às 14 […]

Arquivo Publicado em 22/06/2014, às 18h30

None

Os mais de 400 candidatos que não conseguiram fazer a prova do concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 25 de maio de 2014, devido à falta do caderno de provas, estão, neste momento, realizando a prova na Unigran Capital, em Campo Grande (MS).

A prova estava marcada para começar às 14h15 e às 14 horas os portões foram fechados. Poucos minutos do fechamento, o recepcionista Mário Sérgio Rojas, de 36 anos, chegou confiante para a prova e disse acreditar que, desta vez, o concurso vai transcorrer normalmente, sem grandes problemas. “Acredito que não deve ocorrer mais nada de errado, ainda mais por se tratar de um órgão sério como é a PRF”, afirma.

Mesmo sem nenhum problema registrado, teve quem chegou pouco mais de 10 minutos após o fechamento do portão e não pode fazer a prova. “Sai de casa uma hora e meia antes do início e vim de ônibus”, lamenta a auxiliar de escritório Sueli de Souza, 35 anos. Sem esconder a frustração, ela conta, ainda, que estuda para concursos há mais de um ano.

Sem material

A prova do concurso da PRF (Polícia Rodoviária Federal), que dispõe de 216 vagas, 47 delas para  Mato Grosso do Sul, estava marcada para acontecer em doze locais em 25 de maio, mas teve problemas em Campo Grande.

O início deveria ter acontecido às 14h10, nos dois blocos que foram reservados para a realização do exame no Colégio Dom Bosco, contudo até as 15h45 – quando os candidatos começaram a sair das salas e acionar a polícia – um dos blocos ainda não havia recebido o material.

Na ocasião, os participantes disseram que apenas um bloco recebeu a prova, enquanto os demais tiveram apenas o cartão-resposta entregue. Com a situação, os concurseiros reclamaram da situação e pediam o cancelamento do concurso.

Em meio à confusão, a Tropa de Choque da Polícia Militar foi acionada para acompanhar o caso.

Jornal Midiamax