Cotidiano / Economia

Auxílio Emergencial: 1ª parcela de R$ 250 pode ser paga no dia 18 de março

Aprovada em primeiro turno pelo Senado, a PEC do novo Auxílio Emergencial agora será votada em segundo turno. O Governo Federal deverá injetar cerca de R$ 40 bilhões na economia e as parcelas do auxílio emergencial já são quase certas: quatro delas no valor de R$ 250, totalizando o valor final de R$ 1 mil. […]

Mariane Chianezi Publicado em 07/03/2021, às 09h19 - Atualizado às 09h27

(Imagem: Ilustrativa)
(Imagem: Ilustrativa) - (Imagem: Ilustrativa)

Aprovada em primeiro turno pelo Senado, a PEC do novo Auxílio Emergencial agora será votada em segundo turno. O Governo Federal deverá injetar cerca de R$ 40 bilhões na economia e as parcelas do auxílio emergencial já são quase certas: quatro delas no valor de R$ 250, totalizando o valor final de R$ 1 mil.

Caso seja aprovada elo Congresso, o auxílio emergencial pode estar disponível para a população já no dia 18 de março, conforme informou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Além disso, um outro ponto a ser lembrado é o fato de que os beneficiários do Bolsa Família possam participar da nova rodada. Desta vez, os Microempresários individuais não poderão concorrer à próxima leva.

Outro ponto de destaque é o Imposto de Renda: todos aqueles que receberam mais de R$ 22.847,76 (contando com o benefício), devem fazer a declaração para que devolvam o valor de forma integral. O programa vai liberar uma GRU que pode ser paga sem a cobrança de juros ou multas. Caso isso não ocorra, o cidadão pode ser processado por estelionato.
A PEC Emergencial visa realizar os cortes do governo para que haja condições de pagar uma nova parcela do benefício. Para isso, os investimentos em educação e saúde devem diminuir nos próximos anos e acreditam que consigam recuperar esse valor em uma década.
O objetivo de Paulo Guedes era de criar um imposto para que a própria população financiasse a nova leva, mas a medida não foi bem aceita. Após isso, foi sugerido o corte do salário dos servidores em 25%. Entretanto, a medida poderia causar a diminuição do PIB em até 1,4%. O planejamento foi, assim como o anterior, descartado.
Jornal Midiamax