Cotidiano / Economia

Mandioca sobe 8% e ajuda a ‘puxar’ para cima inflação medida pelo IBGE

Maior impacto da inflação veio da comunicação

Midiamax Publicado em 06/05/2016, às 12h19

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Maior impacto da inflação veio da comunicação

A raiz queridinha dos sul-mato-grossenses, a mandioca, foi um dos itens da alimentação que mais subiu em abril. O alimento foi um dos itens que puxou a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que passou de 0,43% em março, para 0,70% em abril.

Apesar de o segmento Alimentação e Bebidas não terem sido os itens que mais subiram em abril, alimentos como a mandioca (8,86%), o sorvete (8,27%), o repolho (6,31%) e o mamão (11,91%) ajudaram a subir o índice de preços ao consumidor.

O maior impacto da inflação veio da Comunicação, Saúde e Cuidados Pessoais e Despesas Pessoais. Os campo-grandenses gastaram em média 2,18% a mais que em março para se comunicarem e cuidarem da saúde e da aparência. Respectivamente os itens custaram 2,96%, 2,62% e 0,96% a mais que em março.

Já o que menos custou foi Transporte e Artigos de Residência. O primeiro teve recuo de 0,24 e o segundo subiu somente 0,01%.

Já Educação, Habitação e Vestuário subiram 0,29%, 0,53% e 0,71%, respectivamente.

A inflação deste mês ficou 0,27 p.p. maior que o registrado em março, de 0,43%. Já no acumulado do ano o IPCA chega a 3,25% e nos últimos 12 meses 9,28%.

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

INPC

O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) apresentou variação de 0,51% em abril e ficou acima do resultado de 0,39 de março em 0,12 p.p.. No acumulado do ano a inflação chegou a 3,58% e nos últimos 12 meses 9,83%.

O indicador é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

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