O da cesta básica de ficou 9,3% mais barato em 2023. Em termos absolutos, o consumidor economizou R$ 68,60 nos itens básicos de alimentação. Em janeiro deste ano era necessário gastar R$ 743,09 para adquirir a cesta básica, que em novembro custava R$ 674,49.

Batata, banana, bovina, açúcar, leite, café e tomate são alguns dos produtos que ficaram mais baratos ao longo do ano. Os dados são do Dieese/MS (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Em relação a outubro, a cesta básica de Campo Grande ficou 1,20% mais barata, influenciada pelo preço da batata, da banana, do leite de caixinha e da farinha de trigo. Esses itens ficaram mais baratos no último mês.

Considerando 17 capitais brasileiras, a cesta básica de Campo Grande é a 7ª mais cara. Apesar da redução no preço, a cesta básica de Campo Grande consome 55% do salário mínimo do trabalhador ou 112h28m em tempo de trabalho.

Cesta básica está 59% mais cara que em 2019

Apesar do preço da cesta básica apresentar queda desde meados de 2022, o preço dos alimentos básicos continua 59% mais caro do que os valores de 2019. Para se ter ideia, em novembro de 2019 a cesta básica de Campo Grande custava R$ 422,06.

Em relação aos R$ 674,49 de novembro de 2023, compras os itens básicos está R$ 252,43 mais caro. Em novembro de 2020, já na pandemia de Covid-19, os itens básicos custavam R$ 589,08.

Em abril de 2022, o custo da cesta básica atingiu o maior patamar da história, com valor de R$ 761,73 em Campo Grande.

Salário ideal é de R$ 6,2 mil

O Dieese estima mensalmente o valor de salário mínimo ideal para a de uma família de quatro pessoas. Em novembro esse valor chegou a R$ 6.294,71 o que representa 4,77 vezes o mínimo de R$ 1.320.

Em outubro, o valor necessário era de R$ 6.210,11 e correspondeu a 4,70 vezes o piso mínimo. Em novembro de 2022, o mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 6.575,30 ou 5,43 vezes o valor vigente na época, que era de R$ 1.212,00.