O do diesel S10, menos poluente e mais consumido no Brasil, ficou estável na semana de 24 a 30 de setembro, registrando média de R$ 6,22 por litro, segundo levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nos postos de revenda. Desde 1º de outubro, o preço do combustível foi acrescido de mais uma parcela do PIS/ (R$ 0,0187 R$/l).

O preço mais barato cobrado pelo diesel S10 no País foi encontrado pela ANP no município de Balsas, no Maranhão, a R$ 4,99 o litro, e o mais caro na cidade de , a R$ 8,49 o litro.

Já a gasolina registrou leve queda no período, de 0,3%, custando em média R$ 5,80 o litro, enquanto o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), ou gás de cozinha, ficou praticamente estável, com alta de 0,09%, cotado a R$ 101,76 o botijão de 13 quilos.

Defasagem

Na última sexta-feira, a Acelen, controladora da Refinaria de Mataripe, na , segunda maior refinaria do País, com 14% do mercado, aumentou a gasolina em 13,3% e reduziu o preço do diesel em 0,66% em alguns mercados que atende.

De acordo com dados da Associação Brasileira dos Importadores e Combustíveis (Abicom), a refinaria baiana está operando com o preço da gasolina 15% acima do praticado no mercado internacional. No caso do diesel, a defasagem de Mataripe estava negativa em 5% no fechamento de sexta-feira.

Já a Petrobras, que não altera seus preços há 50 dias, registra paridade com o valor da gasolina no mercado internacional, mas defasagem negativa de 19% no diesel, o que poderia levar a um aumento de R$ 0,88 por litro para se equiparar ao preço praticado no Golfo do México, região usada como comparação pelos importadores por concentrar as principais refinarias norte-americanas.

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