O procedimento tramita na 1ª Vara do Juizado Especial Central de . A policial disse que, no último dia 21 de outubro, estava de serviço e precisou se alimentar no local, optando pelas refeições distribuídas pela empresa, que tem contrato com o Governo do Estado.

Ocorre que durante o consumo, ela notou um corpo estranho, motivo pelo qual acionou seus superiores da (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário). Após o expediente, ela tinha agendada uma ressonância magnética e já chegou ao exame sentindo-se mal.

Durante o procedimento, acabou vomitando e atribuiu o mal-estar ao alimento consumido momentos antes. Assim, diante do constrangimento e da situação vexatória, bem como ao fato de que a empresa já tem reclamações por distribuir “comida estragada”, a servidora acionou a Justiça em busca de reparos.

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