O acompanhamento de algumas comunidades indígenas em corre o risco de ficar sem o trabalho de promotores que atuam diretamente com as famílias. Um do que garante a presença desses agentes ainda foi renovado.

O projeto paz parte de uma experiência piloto que tem alcançado resultados positivos na luta em defesa dos em áreas consideradas de extrema vulnerabilidade e que enfrentam conflitos ligados às questões fundiárias.

“Temos trabalhado diretamente com os moradores das retomadas (acampamentos) e também das aldeias Jaguapiru e Bororó”, explica o Valderi Garcia, um dos 10 contratados pelo PIDH (Promotores Indígenas dos Diretos Humanos).

Para ele, é necessário que as instituições governamentais apoiem a iniciativa. Recentemente, ele liderou um grupo que foi até a Câmara Municipal para solicitar o engajamento do Legislativo Municipal na causa.