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Cotidiano

Aldeias indígenas de MS terão reforço de caminhões-pipa após protesto por falta de água potável

Medida emergencial é destinada a aldeias indígenas na região cone sul do MS
Fábio Oruê -
indígenas
Protesto indígena (Reprodução, Redes Sociais)

Comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul que sofrem sem o fornecimento de água potável vão receber reforço de caminhões-pipa como medida emergencial para sanar o problema. Indígenas chegaram a bloquear rodovias no começo de janeiro para reivindicar água própria para consumo.

A medida visa principalmente as comunidades Guarani Kaiowá, na região cone sul do Estado, especialmente nas aldeias Jaguapiru e Bororó, que formam a maior reserva indígena do país, em Dourados.

Secretário Nacional de Direitos Territoriais Indígenas substituto, Marcos Kaingang, se reuniu na terça-feira (30), em Campo Grande, com o governador Eduardo Riedel para tratar da falta do assunto.

Problema crônico

Várias aldeias e áreas de retomada indígena no cone sul do Estado sofrem há anos com problemas de abastecimento de água e as reuniões buscaram articular ações dos governos federal e estadual, além das prefeituras, para atender as comunidades com medidas emergenciais e ações permanentes.

Entre as medidas emergenciais, foi determinada a ampliação de fornecimento de caminhões-pipa para as aldeias. O MPI, Sesai e Dsei apoiarão as ações destinadas às comunidades indígenas em situação de retomada, que não têm territórios demarcados ou áreas regularizadas.

Ações permanentes

Já o Governo do Estado apresentou propostas de investimento para ações mais estruturantes em áreas demarcadas para a reestruturação de fornecimento de água. Riedel e os prefeitos presentes se comprometeram a fazer a pavimentação e manutenção de ruas e estradas dentro dos territórios indígenas nos quais os caminhões-pipa não conseguem transitar para a distribuição de água.

Sobre os investimentos necessários para assegurar a segurança hídrica das terras indígenas, segundo Kaingang, houve o anúncio pelo governador de aporte de R$ 15 milhões para obras e programas; a sinalização de que a Itaipu Binacional vai disponibilizar R$ 45 milhões; e há ainda uma articulação em curso para que o Estado consiga junto à União acessar R$ 44 milhões do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para contemplar as comunidades indígenas.

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