A greve dos auditores-fiscais da segue para o seu 5º dia, em , com pátio do Porto Seco (Agesa) cheio com caminhões na espera para passar pelo desembaraço aduaneiro.

Entretanto, diferente dos dias anteriores, nesta quinta-feira (23) – 4º dia da greve -, não houve fila na rodovia Ramon Gomes, segundo o presidente do Sindifisco Nacional MS, Anderson Novaes.

“Após a notícia, os caminhoneiros estão evitando pegar carga justamente para não enfrentar fila. Assim, o pátio está cheio, porém sem fila na estrada”, explica ao Jornal Midiamax. O fluxo médio é de 200 caminhões por dia.

Desde o início da , os servidores iniciaram uma padrão, submetendo todos os veículos que passam pela unidade a rigorosa vistoria, o que quase triplicou o tempo médio de liberação de cada veículo. 

Greve

Na quarta-feira (22) pela manhã, mais de 200 caminhões formaram uma fila quilométrica na rodovia. Os auditores-fiscais da Receita entraram em greve por conta de duas reivindicações. A primeira, é o cumprimento integral do acordo firmado em 2016, que institui o pagamento do bônus de eficiência da classe. 

O governo chegou a regulamentar o bônus por meio de um decreto, mas incluiu no texto, entraves para o pagamento. Além disso, a pauta de reivindicações inclui também o cumprimento integral do Plano de Aplicação do Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) para 2024.

Além da operação padrão nas áreas de fronteira, o Comando Nacional da Mobilização determinou uma greve geral em todos as outras atividades desenvolvidas pelos auditores, mantendo, os 30% de efetivo mínimo, determinado pela legislação.