A desocupação da Doinho em Rio Brilhante, a 158 quilômetros de , teve confronto entre indígenas e policiais militares. Três pessoas acabaram presas na tarde de sexta-feira (3).

Conforme a Polícia Militar, a informação inicial era de aproximadamente 15 pessoas que estariam ocupando a fazenda. Entre essas estariam mulheres e crianças.

Então, os policiais foram até o local, após o proprietário procurar a para relatar o caso. Foram identificados os três barracos de lona, nas proximidades da sede da fazenda.

Os policiais ainda afirmam que foram recebidos pelo grupo armado com arcos e flechas, além de facas. A entrada principal da propriedade estava bloqueada e foi exigido que o grupo saísse do local.

Assim, conforme os policiais as pessoas se recusavam a sair. A orientação era de desocupar a propriedade, sendo utilizados gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral.

Uma mulher e dois homens foram presos em e o caso foi acompanhado por advogados e representantes da Funai.

Na delegacia, um dos presos não quis prestar depoimento. Já a mulher e o outro jovem relaram que não desobedeceram às ordens.

Eles disseram que estavam saindo da fazenda quando foram agredidos e presos. Os três respondem por desobediência, resistência e esbulho possessório e devem passar por audiência de custódia.

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