Na sessão da última quinta-feira (14), a ALEMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) decretou o estado de calamidade no munícipio de Ivinhema, que fica 282 quilômetros de Campo Grande. A medida tem prazo de duração de 180 dias.

O munícipio enfrenta problemas diversos decorrentes das erosões e já está em estado de calamidade pública municipal desde 5 de setembro, por decreto do prefeito Juliano Ferro (União Brasil). A Defesa Civil emitiu um relatório sobre a situação do município e afirma que os problemas relacionados às erosões são o descarte de lixo, proliferação de insetos, pequenos roedores e contaminação da água.

De acordo com o prefeito, toda a chuva torrencial de grande precipitação que atinge Ivinhema coloca o município em situação alarmante pelo aumento desfreado de boçoroca. “A erosão que se estender ao redor do perímetro urbano do munícipio de Ivinhema causa inúmeros impactos dentre eles, assoreamento de quatro córregos: Andorinha, Ponta Porã, Água Azul e Piravevê, disse.