Pancadas de chuva ao longo de um dia quente são típicas no verão em Mato Grosso do Sul. Com isso, a (Secretaria Municipal de Saúde) liga o alerta para o crescimento nos casos de dengue em nos próximos meses.

“Nós orientamos os moradores sobre a importância dos cuidados diários, sobretudo em relação ao descarte adequado dos materiais inservíveis, potenciais criadouros do mosquito. Além disso, nossos agentes fazem o trabalho de inspeção, identificação e eliminação de focos do mosquito”, explica o coordenador da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), Vagner Ricardo Santos.

O coordenador reforça a preocupação com a chegada do período de chuvas, sendo necessário agir de maneira preventiva para evitar um aumento no número de casos.

“Se essas medidas, que são simples, não forem adotadas agora, corremos o risco de sofrer com aumento das doenças nos próximos meses. Por isso é fundamental que cada um faça a sua parte e a colaboração da população é essencial neste processo. Não adianta o Poder Público agir sem que haja consciência das pessoas”, enfatiza.

Município enfrenta estabilidade

De acordo com a Sesau, os casos de dengue estão estáveis em Campo Grande, com redução significativa desde o mês de junho. Do dia 01 de janeiro a 19 de dezembro foram notificados 16.435 casos e seis óbitos provocados pela doença.

No mesmo período, foram confirmados 15 casos de Zika e 16 de Chikungunya. Se comparado com o primeiro semestre deste ano, os casos tiveram redução de mais de 80%.

Mutirão

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) realiza neste sábado (23) mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya – na região do .

Os agentes estarão mobilizados, das 7h às 13h, realizando a visitação domiciliar e orientação da população sobre as medidas de prevenção.

O controle da doença no município é reflexo do trabalho que vem sendo executado nas sete regiões e distritos, além de ações estratégicas que envolvem a sensibilização da população, monitoramento de áreas de risco, visitas domiciliares, remoção de materiais inservíveis e de potenciais criadouros do mosquito e eliminação de focos.

Paralelo à Operação Mosquito Zero, o trabalho de rotina e monitoramento é intensificado com o uso das chamadas “Ovitrampas”, além da sensibilização e engajamento comunitário, através das ações de em Saúde nas escolas públicas e privadas e empresas.