Mulheres do ramo da agricultura participam de agenda no Instituto Pensar Agro

A reunião aconteceu com o objetivo de que a equipe tenha detalhes sobre os processos que fazem parte da legislação federal e possa identificar maneiras de contribuir para a agropecuária nacional
| 01/06/2022
- 13:44
Mulheres do ramo da agricultura participam de agenda no Instituto Pensar Agro
Foto: Divulgação/Aprosoja

As agrônomas e produtoras rurais Laiz Violin Ciceri e Malena May em conjunto com a economista da de Mato Grosso do Sul, Renata Farias participaram de agenda no IPA (Instituto Pensar Agro), ligado à Frente Parlamentar da Agropecuária, da Federal, na última terça-feira (31). A reunião aconteceu com o objetivo de que a equipe tenha detalhes sobre os processos que fazem parte da legislação federal e possa identificar maneiras de contribuir para a agropecuária nacional.

O presidente da Aproseja, André Dobashi, também participou das agendas e explica que o IPA é importante para compreender o verdadeiro papel das entidades do agronegócio e que a participação feminina é necessária. "Estivemos no Instituto Pensar Agro, conhecendo as ações e projetos, fomos recebidos pelo presidente Nilson Leitão, que fez uma apresentação destacando a importância da representatividade, e detalhando o verdadeiro papel das entidades em relação ao agronegócio. Tivemos a oportunidade de conhecer a história do IPA, toda sua área de atuação, além da relevância do Instituto na criação do Código Florestal", afirma.

Ainda de acordo o presidente, a reunião de 48 entidades de diferentes setores do agronegócio contribui para um melhor desenvolvimento de tecnologias e comunicação da área. “Assim são formadas as comissões técnicas, espelhadas dentro da Frente Parlamentar, onde cada comissão temática, tem representante parlamentar que encabeça essas ações no Congresso, para levar as demandas e transformar em medidas provisórias e leis, que vão dar a segurança para o agronegócio trabalhar”, descreve Dobashi.

Segundo André Dobashi, o instituto permite que o setor agropecuário e os representantes da base da agricultura sejam ouvidos antes do desenvolvimento de uma lei ou decisão legal. “Os parlamentares precisam realmente ouvir a demanda do setor produtivo, o que realmente o setor precisa para produzir cada vez melhor e com sustentabilidade”.

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