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Cotidiano

Exame descarta varíola dos macacos em primeira morte suspeita de Mato Grosso do Sul

Estado tem 22 casos suspeitos da varíola dos macacos
Lucas Mamédio -
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(Foto: Imagem iStock)

A SES (Secretaria de Estado de Saúde de ) descartou a primeira morte de paciente com suspeita de infecção pela varíola dos macacos no Estado. A suspeita recaiu sobre um homem de 31 anos que estava internado no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) e morreu no sábado, dia 6 de agosto, com sintomas da doença.

“A SES comunica que o resultado laboratorial do paciente suspeito para Monkeypox que veio a óbito foi liberado tendo como resultado NÃO DETECTÁVEL para Monkeypox. Desta forma a suspeita foi descartada”, disse a nota.

A secretaria, no entanto, não informou então qual seria o motivo da morte. De acordo com o secretário estadual de saúde, Flavio Britto, o homem era morador de Camapuã e após sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral) foi transferido para Campo Grande.

Ainda enquanto estava internado, o rapaz apresentou erupções pela pele, um dos principais sintomas da doença. Exames foram coletados e o caso está sob investigação. Segundo o secretário, o paciente era usuário de drogas.

Mato Grosso do Sul tem mais quatro casos suspeitos

Boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) aponta quatro novos casos suspeitos de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul. Agora, o Estado tem 22 casos suspeitos, 10 confirmados e oito descartados.

Três dos novos casos suspeitos foram identificados em Campo Grande que, agora, soma nove em investigação. Costa Rica que até então não aparecia no radar, contabiliza um caso suspeito. Ainda entram na lista com dois pacientes sob suspeita, Três Lagoas com cinco e Cassilândia, Ponta Porã, Camapuã, Bandeirantes, e com um cada.

Das confirmações, todos são pacientes homens e a maioria, 50%, tem entre 20 e 29 anos. Outros 30% têm de 30 a 39 e o restante entre 40 e 49 anos.

Dos 10 casos confirmados, todos tiveram erupções na pele, portanto, o sintoma mais recorrente da doença. Outros 80% apresentaram dor de garganta, seguida de febre (70%), dor de cabeça (50%), dor muscular (50%), suor e calafrios (50%).

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