Cotidiano

Membros de igreja fazem assembleia por causa de indicação de pastor envolvido em polêmica

Membros da Igreja Assembleia de Deus Missões em Campo Grande realizam uma assembleia na noite desta quinta-feira (28) em relação a indicação do nome do pastor Elias Longo, feita pelo pastor Antônio Dionizio, atual presidente afastado. Após polêmica envolvendo Antônio Dionizio, que aparece em um vídeo tocando uma fiel, o pastor foi afastado da presidência […]

Diego Alves Publicado em 28/01/2021, às 20h51 - Atualizado em 29/01/2021, às 15h11

Fiéis do lado de fora da igreja (Via WhatsApp)
Fiéis do lado de fora da igreja (Via WhatsApp) - Fiéis do lado de fora da igreja (Via WhatsApp)

Membros da Igreja Assembleia de Deus Missões em Campo Grande realizam uma assembleia na noite desta quinta-feira (28) em relação a indicação do nome do pastor Elias Longo, feita pelo pastor Antônio Dionizio, atual presidente afastado. Após polêmica envolvendo Antônio Dionizio, que aparece em um vídeo tocando uma fiel, o pastor foi afastado da presidência da igreja.

Ele também foi afastado do comando da COMADEMS (Convenção das Assembleias de Deus no Estado de Mato Grosso do Sul), onde estava à frente há 28 anos.

De acordo com o pastor Daniel, aproximadamente 350 membros estão na igreja para discutir em relação a indicação do pastor Elias Longo. Ainda segundo o pastor Daniel, houve mudança no estatuto e a indicação não poderia ser feita por Dionizío. Outros membros da igreja ficaram de fora da reunião, como aparece em foto e vídeo enviado à reportagem.

“Aguardar o desfecho, diz o pastor Daniel”. No estatuto da igreja, consta que os membros não podem cometer adultério,  divórcio e ou se casar novamente. O pastor Dionízio se divorciou e depois se casou com a fiel em que aparece no vídeo.

Atualmente, existem várias igrejas Missões Igreja Assembleia de Deus Missões nos bairros de Campo Grande. O salário do pastor que irá comandar a igreja matriz, localizada na Rua Rio Brilhante, é de aproximadamente, ou até superior a R$ 40 mil, segundo apurou a reportagem. Já a COMADEMS, até então comandada por Dionízio, estava à frente de cerca de 30 igrejas no Estado.

Jornal Midiamax