Água envenenada mata patos e peixes em parque e prefeitura de cidade de MS investiga

No fim do ano passado, patos e peixes do Parque Muriama Mascarenhas, principal ponto de encontro de Amambai, distante 355 km de Campo Grande, começaram a aparecer mortos e intrigou a população. Os casos continuaram acontecendo e, na manhã deste sábado (9), um pato apareceu morto no local. Desde os primeiros casos,  a Secretaria Municipal […]
| 09/01/2021
- 19:39
Água envenenada mata patos e peixes em parque e prefeitura de cidade de MS investiga
Patos são símbolo do Parque de Amambai. (Foto: Divulgação) - Patos são símbolo do Parque de Amambai. (Foto: Divulgação)

No fim do ano passado, patos e peixes do Parque Muriama Mascarenhas, principal ponto de encontro de Amambai, distante 355 km de Campo Grande, começaram a aparecer mortos e intrigou a população. Os casos continuaram acontecendo e, na manhã deste sábado (9), um pato apareceu morto no local.

Desde os primeiros casos,  a Secretaria Municipal de Meio Ambiente tomou conhecimento e iniciou uma investigação que pode chegar a ligações clandestinas de esgoto em galerias de águas pluviais, conforme informou o portal A Gazeta News.

Porém, o recesso de reduziu a atuação dos servidores da pasta, que ainda não chegou às causas das mortes dos animais.

O secretário de meio ambiente de Amambai, Luciney Bampi, disse ao Gazeta News que técnicos vão analisar amostras da água para identificar as substâncias tóxicas existentes na água. Mas, ao que tudo indica, conforme Bampi, é que esse produto tóxico pode ter origem nas ligações clandestinas, que despejam dejetos  nas galerias de águas pluviais que chegam ao parque.

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Pato foi encontrado morto por pessoas que caminhavam pelo local. (Imagem: Reprodução)

O secretário ressaltou que existe uma força-tarefa para identificar os responsáveis pelos dejetos. “Objetivo dessa força-tarefa a ser montada será encontrar essas possíveis ligações clandestinas para que sejam adotadas todas as medidas cabíveis para sua desativação”.

Bampi ressaltou que, além de multas com valores elevados e sanções administrativas, a prática é considerada .

O secretário informou que as aves devem ser removidas para um local seguro até que o problema da água do parque seja resolvido.

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