Cotidiano

Mais duas escolas cívico-militares devem ser implantadas em MS no próximo ano

Portaria do Ministério da Educação, publicada nesta segunda-feira (28), no Diário Oficial, prevê que Mato Grosso do Sul implante mais duas escolas no modelo cívico-militar em 2021. Campo Grande já conta com duas escolas neste modelo. A portaria traz que mais 54 escolas cívico-militares serão instaladas em todo o país, sendo duas em cada um dos […]

Fábio Oruê Publicado em 28/12/2020, às 22h13 - Atualizado em 29/12/2020, às 10h42

(Foto Ilustrativa: Marcos Ermínio)
(Foto Ilustrativa: Marcos Ermínio) - (Foto Ilustrativa: Marcos Ermínio)

Portaria do Ministério da Educação, publicada nesta segunda-feira (28), no Diário Oficial, prevê que Mato Grosso do Sul implante mais duas escolas no modelo cívico-militar em 2021. Campo Grande já conta com duas escolas neste modelo.

A portaria traz que mais 54 escolas cívico-militares serão instaladas em todo o país, sendo duas em cada um dos estados e no Distrito Federal.Mais duas escolas cívico-militares devem ser implantadas em MS no próximo ano

Mais duas escolas cívico-militares devem ser implantadas em MS no próximo ano

Para participar do programa, as escolas devem ter entre 501 a mil matrículas nos anos finais do Ensino Fundamental e Médio; atender aos turnos matutino e/ou vespertino; ter alunos em situação de vulnerabilidade social; desempenho abaixo da média estadual no Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica; e contar com a aprovação da comunidade escolar, por meio de consulta pública presencial ou eletrônica.

Quando anunciado, em 2019, o programa previa 200 escolas neste modelo até 2023. Neste ano, mais de 50 escolas aderiram ao piloto do programa. Em Campo Grande, a Escola Estadual Alberto Elpídio Ferreira Dias – Prof. Tito, no Jardim Anache, e a Escola Estadual Marçal de Souza, no Jardim Los Angeles, foram escolhidas para o novo modelo e começaram o período letivo neste ano.

O modelo cívico-militar é diferente do modelo das escolas militares mantidas pelas Forças Armadas. De acordo com o MEC, as Secretarias estaduais de Educação continuariam responsáveis pelos currículos escolares e caberia aos militares a atuação como monitores na gestão educacional.

Jornal Midiamax