Cotidiano

LISTA: Confira as 10 cidades com mais mortes por coronavírus em MS

O coronavírus tem avançado nas últimas semanas e o número de vítimas da doença tem aumentado em Mato Grosso do Sul. Nesta sexta-feira (18), o Estado alcançou a marca de 2 mil mortos pela Covid-19. A média móvel é de 16 mortes por dia, segundo que a cidade líder em óbitos é Campo Grande.  A […]

Mylena Rocha Publicado em 18/12/2020, às 12h46 - Atualizado às 15h41

(Foto: Divulgação/Gov MS)
(Foto: Divulgação/Gov MS) - (Foto: Divulgação/Gov MS)

O coronavírus tem avançado nas últimas semanas e o número de vítimas da doença tem aumentado em Mato Grosso do Sul. Nesta sexta-feira (18), o Estado alcançou a marca de 2 mil mortos pela Covid-19. A média móvel é de 16 mortes por dia, segundo que a cidade líder em óbitos é Campo Grande. 

A Capital lidera o ranking de mortes, com 901 pacientes de coronavírus mortos desde o início da pandemia. A taxa de letalidade em Campo Grande é de 1,6%. É importante entender que a taxa de letalidade é um parâmetro usado para medir a gravidade do coronavírus. A taxa representa a porcentagem de pacientes infectados que morreram. Ou seja, a letalidade mede a chance de uma pessoa morrer em consequência da Covid-19. 

Em segundo lugar no ranking, Corumbá tem 182 mortos e uma taxa de letalidade de 3%, bem acima da taxa estadual. Em terceiro, Dourados tem 134 mortes e 1,1% de letalidade.

Na quarta colocação, Aquidauana tem 69 mortos pelo coronavírus e letalidade de 2,8%. Em seguida, Três Lagoas tem 52 mortes e letalidade de 1,4%. Ponta Porã tem 45 mortes e uma taxa de letalidade de 2,2%.

No sétimo lugar do ranking de mortes, Naviraí tem 42 mortes e taxa de letalidade de 2%. Em seguida, Miranda tem 36 mortes e letalidade de 2,4%. Em nono, Sidrolândia tem 31 mortes com 1,3% de letalidade. Em décimo lugar no ranking, Cassilândia tem 29 mortes por Covid-19 e taxa de letalidade de 2,6%. 

Média de mortes dobrou em um mês

O número de casos de coronavírus começou a aumentar expressivamente a partir de novembro. Como a maioria dos novos casos são de pessoas jovens, de 20 a 39 anos, quando os casos voltaram a crescer, ainda não havia refletido no número de mortes. 

Porém, por diversas vezes o secretário de Saúde Geraldo Resende alertou que a ‘conta’ chegaria. Afinal, por mais que os jovens sejam menos suscetíveis a desenvolver a forma grave da doença, uma hora ou outra, iriam infectar pessoas próximas, como pais, tios e avós. Em um mês, Mato Grosso do Sul passou de uma média de 7,7 mortes para 15,4 mortes por dia.

Jornal Midiamax