Cotidiano

Com ampliação, Sesau diz ter total de 345 leitos de UTI até o fim do mês em Campo Grande

Para atender os pacientes de coronavírus, mais 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) foram ativados nesta segunda-feira (10) no Hospital do Pênfigo em Campo Grande. Para garantir atendimento durante a pandemia, o município ainda prevê a ativação de mais 40 leitos até o fim do mês. O titular da Sesau (Secretaria Municipal de […]

Mylena Rocha Publicado em 10/08/2020, às 14h30 - Atualizado às 18h03

Foto: Edemir Rodrigues | Divulgação
Foto: Edemir Rodrigues | Divulgação - Foto: Edemir Rodrigues | Divulgação

Para atender os pacientes de coronavírus, mais 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) foram ativados nesta segunda-feira (10) no Hospital do Pênfigo em Campo Grande. Para garantir atendimento durante a pandemia, o município ainda prevê a ativação de mais 40 leitos até o fim do mês.

O titular da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), José Mauro Filho, explica que Campo Grande tinha 116 leitos de UTI antes da pandemia e agora já são 305. Ele ressalta que mais 30 leitos devem ser ativados, caso haja necessidade, de acordo com a evolução do coronavírus na Capital. Além disso, mais 10 leitos devem ser doados por uma empresa ao HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul). Assim, serão 345 leitos de UTI em Campo Grande.

“Nós tínhamos 116, se fizer a conta, vamos quase triplicar o número de leitos nesta estratégia que Campo Grande adotou”, afirma. 

O secretário ainda comentou sobre a discrepância nos dados sobre a ocupação de leitos na macrorregião de Campo Grande. Dados divulgados no domingo (9) mostraram uma lotação de 101% nos leitos de UTI. Segundo o secretário, os números não eram reais e foram corrigidos. Dados divulgados nesta segunda-feira (10) já apontam uma ocupação de 82% nos leitos de UTI. 

“É um alívio que o Estado tenha corrigido a questão dos leitos que tinham cadastrados. Dava pra ver que estavam utilizando parâmetro já superado há muito tempo”, explica.

José Mauro Filho ressalta que os dados foram fator para judicialização da questão, quando a Defensoria Pública pediu o lockdown em Campo Grande. “Vamos ver como vai ser encarado isso pela Justiça. Estamos com taxa [de lotação] de 82% em Campo Grande”, ressalta.

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