Cotidiano

Após fiscalização, Vigilância não encontra irregularidades e call center segue em funcionamento

A fiscalização da Prefeitura de Campo Grande não encontrou irregularidades no funcionamento da BTCC, call center que foi interditado no fim de semana por violar decreto municipal com medidas de contenção do novo coronavírus. De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária, Silvio Lima, a empresa obedece o decreto nesta segunda-feira (23), com medidas como […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 23/03/2020, às 10h55 - Atualizado às 10h57

Na Capital unidade de call center se ajustou a decreto após duas interdições. Foto: Divulgação | Vigilância Sanitária | PMCG
Na Capital unidade de call center se ajustou a decreto após duas interdições. Foto: Divulgação | Vigilância Sanitária | PMCG - Na Capital unidade de call center se ajustou a decreto após duas interdições. Foto: Divulgação | Vigilância Sanitária | PMCG

A fiscalização da Prefeitura de Campo Grande não encontrou irregularidades no funcionamento da BTCC, call center que foi interditado no fim de semana por violar decreto municipal com medidas de contenção do novo coronavírus.

De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária, Silvio Lima, a empresa obedece o decreto nesta segunda-feira (23), com medidas como isolamento adequado entre as estações de trabalho e disponibilização de álcool 70% nos corredores para os funcionários. Segundo o órgão, seriam cerca de 20 funcionários por ambiente.

“Vamos continuar monitorando, mas temos outra equipe na unidade da BTCC no bairro Vila Rica. A tarde teremos fiscalização in loco também em supermercados de outra região”, destacou Silvio Lima.

Decisão Judicial

A empresa Brasil Telecom Call Centrer (BTCC) obteve na justiça decisão liminar no plantão judiciário do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) que permite à empresa voltar a funcionar após ter sido interditada pela Vigilância Sanitária no último sábado (21).

De acordo com a petição inicial, a empresa pede tutela de urgência para a suspensão das autuações e interdições realizadas pelo município. A peça também pede que que o toque de recolher não afete trânsito de funcionários na rota empresa-casa.

Em decisão interlocutória, o juiz plantonista Alexandre Antunes da Silva concedeu parcialmente a tutela de urgência e determinou a suspensão das autuações e das interdições, desde que a empresa funcione com apenas 50% dos funcionários, adotando, também, todas as recomendações no Ministério da Saúde.

Jornal Midiamax