Cotidiano

Previsto para setembro, residencial Rui Pimentel segue sem previsão de entrega

Os moradores contemplados com casas no residencial Rui Pimentel, terão que ter paciência para conseguir ocupar o imóvel. Isso porque o residencial que estava previsto para ser entregue neste mês de setembro, segue sem previsão para ser entregue. Conforme o diretor-presidente da Emha (Agência Municipal de Habitação), Eneas José de Carvalho Netto, o residencial está […]

Mariane Chianezi Publicado em 11/09/2019, às 14h07 - Atualizado às 14h16

Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS
Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS - Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS

Os moradores contemplados com casas no residencial Rui Pimentel, terão que ter paciência para conseguir ocupar o imóvel. Isso porque o residencial que estava previsto para ser entregue neste mês de setembro, segue sem previsão para ser entregue.

Conforme o diretor-presidente da Emha (Agência Municipal de Habitação), Eneas José de Carvalho Netto, o residencial está passando pela fase de matrículas no cartório e a agência está tentando providenciar uma data para as entregas das casas, mas ainda não há uma previsão.

“Outra situação que também carece de atenção é que para que qualquer entrega do Minha Casa Minha Vida, todas as viabilidades da Prefeitura podem estar prontas, mas dependemos ainda de sinalização do governo federal para autorizar a Caixa a fazer a entrega dos beneficiários”, disse.

Obras retomadas

Depois de uma contrapartida do total de R$ 1 milhão em recursos do Governo do Estado e da Prefeitura de Campo Grande para o Residencial Rui Pimentel, as obras retomaram em abril deste ano e reacendeu as esperanças dos moradores.

O prazo para o término da obra havia sido informado pelo engenheiro Gustavo Souza Castro. Segundo ele, 35 funcionários trabalhavam na fase final da construção. “Estamos fazendo a instalação de muretas, revisão elétrica e hidráulica (esgoto e drenagem) além das pinturas internas e externas. Também vamos fazer a instalação de interfones e do gradil com tela, pois os residenciais são fechados”, explicou Gustavo na época.

Contratada em 2012 por meio do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, com recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), a construção do residencial foi paralisado depois de problemas com uma construtora. O conjunto de casas ficou abandonado por anos, quando até virou pasto para vacas e cavalos.

Jornal Midiamax