Cotidiano

Susto e dor: ônibus ‘rampa’ quebra-molas e passageiros saem gemendo

Mais um capítulo da saga do transporte urbano na Capital, desta vez, trouxe consequências físicas ao passageiros. Na manhã desta terça-feira (17), quem estava estavam a bordo da linha 076 (Aero Rancho – Hercules Maymone) sentiu na pele quando o veículo ignorou um quebra-molas em alta velocidade. Assim, devido ao impacto, quem estava sentado na […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 17/12/2019, às 07h45 - Atualizado às 17h29

Passageiros reclamam de dores cervicais após impacto de veículo que "furou" quebra-molas | Foto: Fala Povo | WhatsApp
Passageiros reclamam de dores cervicais após impacto de veículo que "furou" quebra-molas | Foto: Fala Povo | WhatsApp - Passageiros reclamam de dores cervicais após impacto de veículo que "furou" quebra-molas | Foto: Fala Povo | WhatsApp

Mais um capítulo da saga do transporte urbano na Capital, desta vez, trouxe consequências físicas ao passageiros. Na manhã desta terça-feira (17), quem estava estavam a bordo da linha 076 (Aero Rancho – Hercules Maymone) sentiu na pele quando o veículo ignorou um quebra-molas em alta velocidade. Assim, devido ao impacto, quem estava sentado na parte de trás do veículo segue reclamando de fortes dores cervicais.

De acordo com os relatos, o veiculo seguia pela Avenida Manoel da Costa Lima, próximo ao HU (Hospital Universitário) por volta das 5h30, quando teria ignorado um quebra-molas e passado com alta velocidade sobre o obstáculo.

“Ele bateu com tanta força no chão que todo mundo gritou de dor na hora, ainda arrastou a traseira no asfalto por alguns metros. Todo mundo ficou sentindo dor na coluna e no pescoço. Trabalho como repositor e estou sentindo muita dor, à tarde vou ter que ir ao médico, porque não estou aguentando”, declarou o estoquista Paulo Sérgio Espíndola, de 48 anos.

Segundo os relatos, a viagem seguiu normalmente e o veículo continuou circulando. Passageiros desconfiam que o ônibus tenha algum problema de manutenção no amortecedor. “Eu pego essa linha todo dia e isso nunca aconteceu antes. A gente acha que o amortecedor está danificado, por isso que a gente sentiu tanta dor na hora. A gente paga caro na passagem e os veículos não recebem manutenção”, reclamou o vendedor Antonio Fialho, de 27 anos, que também estava a bordo.

A reportagem entrou em contato com o Consórcio Guaicurus e aguarda posicionamento.

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