Cotidiano

Em dia de protesto, motoristas de aplicativos denunciam ‘exploração’ das empresas

Prometendo parar os serviços por 24 horas, motoristas de aplicativos da Uber e da 99 Pop pararam de ‘rodar’ desde a 00h desta quarta-feira (8) em Campo Grande. Cerca de 200 motoristas cruzaram os braços em paralisação nos altos da Afonso Pena. A paralisação acontece mundialmente também por causa da inclusão da Uber na bolsa […]

Mariane Chianezi Publicado em 08/05/2019, às 15h21 - Atualizado em 09/05/2019, às 09h42

Foto: Divulgação/AMAC
Foto: Divulgação/AMAC - Foto: Divulgação/AMAC

Prometendo parar os serviços por 24 horas, motoristas de aplicativos da Uber e da 99 Pop pararam de ‘rodar’ desde a 00h desta quarta-feira (8) em Campo Grande. Cerca de 200 motoristas cruzaram os braços em paralisação nos altos da Afonso Pena. A paralisação acontece mundialmente também por causa da inclusão da Uber na bolsa de valores americana.

Conforme suplente da AMAC (Associação de Motoristas de Aplicativos de Campo Grande), Taise Moreira, de 36 anos, a empresa, com sede nos Estados Unidos, investirá na bolsa de valores e deverá comprar os próprios carros, tirando o trabalho de muitos motoristas.

Além disso, os manifestantes pedem que a empresa aumente a tarifa mínima no valor das corridas, pois segundo os trabalhadores, preço da gasolina aumento e a porcentagem no repasse para a Uber em cada corrida chega a 40%.

Apesar da manifestação acontecer até às 00h desta quinta-feira (9), quem acessa o aplicativo para obter corridas consegue solicitar normalmente e com os valores ‘normais’. Isso porque, diferente do previsto, frota de motoristas está normal e preços não são dinâmicos.

Jornal Midiamax