Cotidiano

Funcionários demitidos da Bigolin ainda aguardam rescisão

Trabalhadores entraram com ação judicial

Midiamax Publicado em 04/04/2016, às 21h54

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Trabalhadores entraram com ação judicial

Cerca de 20 funcionários demitidos da Bigolin Materiais de Construção de Campo Grande entraram com ação judicial porque ainda não receberam as verbas rescisórias. Com uma dívida que passa de R$ 54 milhões, a empresa entrou com pedido de recuperação e aguarda o aval do juiz. 

Com vários meses de aluguel em atraso, no dia 14 de março, a empresa comunicou o encerramento do contrato de aluguel do prédio da loja situada no Shopping Norte Sul, onde funcionava desde agosto de 2009. Meses antes já tinham começado as demissões.

“Os funcionários foram demitidos nos meses de novembro e dezembro, e até agora não foi feita a rescisão. Nós não recebemos qualquer agendamento por parte da empresa. Em média 20 funcionários procuraram o sindicato e entraram com ação”, cita o vice-presidente da SECCG (Sindicato dos Empregados do Comércio de Campo Grande), Nelson Benitez. Segundo ele, a preocupação é fazer o acerto dessas pessoas que ficaram sem rescisão.

Sobre uma falência. “Esperamos que a empresa reerga-se para que os empregos continuem. Será muito ruim se uma empresa desse tamanho fechar”, pontua.

Conforme o processo de pedido de recuperação, a empresa pretende autorização judicial para a transferência de todo o estoque, mobiliários, equipamentos de informática, logos que estão nas fachadas dos empreendimentos e totem de estacionamento, específico para uma das lojas.

Os responsáveis pela empresa alegam que o resultado da venda e giro do estoque, que permanece em duas unidades já fechadas, possibilitarão crédito rotativo para as unidades que estão em funcionamento, na região central. 

Jornal Midiamax