Cotidiano

Família pede ajuda para trazer corpo de campo-grandense morta no Chile

Custo do translado é de aproximadamente R$ 20 mil

Clayton Neves Publicado em 25/02/2016, às 21h48

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Custo do translado é de aproximadamente R$ 20 mil

Familiares da campo-grandense Cristiane Assis da Silva, de 30 anos, morta no dia 1º de fevereiro em Antofagasta, no Chile, pedem ajuda para trazer o corpo da jovem para Campo Grande. Segundo a família, o custo do translado é de aproximadamente R$ 20 mil e para conseguir a liberação, é preciso que um parente vá até o Chile.

De acordo com a mãe da jovem, Ângela de Arruda Assis, de 59 anos, Cristiane faleceu no dia 1º de fevereiro depois de sofrer um acidente de trânsito. O motorista de caminhão, com quem a jovem supostamente havia pegado carona, perdeu o controle da direção do automóvel, que capotou. Cristiane chegou a ser atendida com vida, mas morreu horas depois.

Ângela conta que a filha sofria de transtorno bipolar e precisava tomar remédios controlados, porém, a mãe lembra que a jovem não fazia o tratamento corretamente e, por causa disso, constantemente tinha crises. “ A gente pedia para ela se cuidar, mas ela não tomava os remédios direito. Ela vivia fugindo de casa, pegava carona e saia por aí sem rumo.”, relata.

Depois de seu último sumiço, Cristiane ligou para a mãe no dia 15 de janeiro dizendo que estava no Uruguai e que tudo ia bem. “Essa foi a última vez que falei com minha filha”, desafaba.

A última notícia da filha veio na última sexta-feira (19). O consulado do Brasil no Chile, conseguiu entrar em contato com o irmão de Cristiane e contou sobre a morte.

Agora, a família procura ajuda para tentar trazer o corpo para Campo Grande. Nesta semana, dona Ângela entrou com um pedido de auxílio na Defensoria Pública, porém, até o momento não recebeu retorno. “Além de perder minha filha, eu estou sem saber o que fazer pra resolver essa situação”, finaliza.

Jornal Midiamax