Cotidiano

Moradores reclamam da demora para término de obras de asfalto no bairro Atlântico Sul

Moradores do bairro Atlântico Sul, em Campo Grande, reclamam da demora para a Prefeitura asfaltar as ruas do bairro. Eles afirmam que desde o começo de dezembro do ano passado os funcionários estão fazendo a drenagem das vias, e até agora nenhuma rua ficou pronta. Outra reclamação é o fato de mexerem em todas as […]

Arquivo Publicado em 26/01/2014, às 15h19

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Moradores do bairro Atlântico Sul, em Campo Grande, reclamam da demora para a Prefeitura asfaltar as ruas do bairro. Eles afirmam que desde o começo de dezembro do ano passado os funcionários estão fazendo a drenagem das vias, e até agora nenhuma rua ficou pronta. Outra reclamação é o fato de mexerem em todas as ruas ao mesmo tempo, o que ocasiona transtornos.

As ruas que estão sendo drenadas no bairro são a Rua das Jóias, Rua dos Ventos, Rua das Velas, Rua dos Bispos e Avenida das Nações. Todas essas vias estão sendo trabalhadas ao mesmo tempo, o que ocasiona transtornos aos moradores por conta do barro e da falta de mobilidade no local.

“Tem dia que nem a pé da para sair de casa. Na semana passada, para ir para a igreja eu tive que improvisar uma ponte para poder passar pela rua e sair de casa. Quando chove então, como ontem, vira um verdadeiro caos aqui”, fala Maria Isabel da Silva, de 44 anos, moradora do bairro.

Outra que também reclama de como o trabalho foi planejado e como está sendo executado é Regina Romeiro Freitas Sá, de 35 anos. “A gente tem carro, mas não pode estacionar em casa. Nosso carro fica estacionado duas ruas para cima porque não dá para entrar em casa. E se roubarem, quem arca com o prejuízo?”, questiona.

Os moradores se queixam também da falta de comunicação da Prefeitura com eles, que não tem previsão para o termino do serviço. “Todos os dias é a mesma coisa, essa sujeira, essa terra, e ninguém dá pra gente uma previsão de quando vai ficar pronto. Quando chove todo esse barro desce para o asfalto, interdita tudo e entope os bueiros, é um verdadeiro caos”, confirma uma moradora de 25 anos que não quis se identificar.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura, mas não conseguiu falar com ninguém por ser domingo. Também não havia nenhum funcionário da Prefeitura no local para ser questionado.

Jornal Midiamax