Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Nunes Marques e Luiz Fux, suspenderam, respectivamente, os julgamentos da deputada Carla Zambelli (PL-SP) e de Débora Santos, que vandalizou a estátua da Justiça durante o 8 de janeiro. O adiamento das votações ocorreu um dia antes do início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.
Os processos eram analisados virtualmente no plenário da Corte e da Primeira Turma do STF, e as suspensões foram feitas com minutos de diferença.
No julgamento de Zambelli, o placar era de 4 a 0 para condená-la a 5 anos e 3 meses de prisão por perseguição armada. Ela perseguiu o jornalista Luan Araújo com uma arma por cerca de cem metros, nas vésperas das eleições de 2022.
Já no caso de Débora, um voto a favor seria suficiente para definir o resultado. Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram para condenar a cabeleireira a 14 anos de prisão por cinco crimes: abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de Estado, associação criminosa, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado.
O movimento dos ministros em suspender as votações ocorreu um dia antes do julgamento de Bolsonaro, que pode virar réu. Ele e outros seis serão julgados pela Primeira Turma, composta por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin, que decidirão se vão aceitar ou não a denúncia apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República)
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