Pular para o conteúdo
Brasil

STF marca para 22/11 julgamento de ações que questionam cobrança do Difal do ICMS

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 22 de novembro o julgamento sobre a cobrança do diferencial de alíquota (Difal) do ICMS. A Corte vai decidir se a cobrança do tributo deveria ter iniciado em 2022, como defendem os Estados, ou apenas em 2023, como defendem as empresas. Até a suspensão do julgamento … Continued
Agência Estado -
Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal (Marcello Casal Jr, Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 22 de novembro o julgamento sobre a cobrança do diferencial de alíquota (Difal) do ICMS. A Corte vai decidir se a cobrança do tributo deveria ter iniciado em 2022, como defendem os Estados, ou apenas em 2023, como defendem as empresas. Até a suspensão do julgamento no plenário virtual, em dezembro, o placar estava em 5 a 3 para as empresas.

O julgamento pode resultar em perda bilionária na arrecadação dos Estados só em 2021, de acordo com estimativa do Comitê dos Secretários de Fazenda (Comsefaz). A perda relativa a 2022 ainda não foi calculada. Por outro lado, também pode causar impacto bilionário para empresas que trabalham com e-commerce.

Os ministros que já haviam votado formaram três correntes distintas. Edson Fachin, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, e defenderam que a cobrança inicie apenas em 2023. No entendimento deles, a cobrança do Difal equivale a criação de novo tributo e, por isso, deve respeitar os princípios de anterioridade anual (incidência do tributo apenas no exercício seguinte ao de sua instituição) e nonagesimal, ou noventena (espera de 90 dias para início do recolhimento).

Já Gilmar Mendes e Dias Toffoli votaram pelo início da cobrança do imposto em abril de 2022, com respeito à noventena. O relator, Alexandre de Moraes, proferiu o voto mais duro, pelo recolhimento do Difal já a partir de janeiro do ano passado. Para ele, não é necessário seguir nenhuma anterioridade.

Embora os Estados aleguem que o Difal não gera aumento de tributo, empresas como Magazine Luiza, Carrefour, Assaí Atacadista e Renner “tiveram grande redução da margem bruta de lucro” devido ao Difal, de acordo com o Instituto para Desenvolvimento do (IDV).

Compartilhe

Notícias mais buscadas agora

Saiba mais
santa casa

Reunião discute negociação de dívidas e encontro com ministro para resolver crise da Santa Casa

Está na lista? Veja os convocados para psicólogo, terapeuta ocupacional e condutor de ambulância

sesau

Campo Grande institui Centro de Operações para Emergências em Síndrome Respiratória

Carga Pesada: Quadrilha especializada em furto de caminhões é alvo de operação em MS

Notícias mais lidas agora

Mais de uma década depois, juiz inocenta 11 em sentença da Coffee Break

Detran-MS reajusta contratos e pagará R$ 44,6 milhões à empresa investigada pela PF

VÍDEO: Advogado flagra alimentos estragados na Marinha em MS, mas instituição alega descarte

Motociclista é baleado ao reagir a abordagem policial em Campo Grande

Últimas Notícias

Brasil

Itamaraty dialoga com Paraguai para reduzir crise sobre espionagem

O monitoramento da Abin teria ocorrido entre junho de 2022 e março de 2023

Trânsito

Empresário morre em acidente com capotamento de caminhonete na BR-158

por motivos ainda a serem apurados, perdeu o controle do veículo que capotou

MidiaMAIS

Estrutura ampliada eleva expectativa de venda entre comerciantes da Expogrande 2025

Expogrande é realizada do dia 3 a 13 de abril, em Campo Grande, com vasta programação

Sem Categoria

Dólar cai 1,20% a R$ 5,6281, com tarifaço de Trump e fecha no menor nível em quase 6 meses

Trata-se do menor valor de fechamento desde 14 de outubro (R$ 5,5827)