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Primeira vacina contra Covid-19 é aplicada em enfermeira de São Paulo

A primeira pessoa a ser vacinada contra o coronavírus, no Brasil após a reunião feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que autorizou neste domingo (17) o uso emergencial de vacinas contra o vírus foi uma enfermeira do estado de São Paulo. A enfermeira participou de ensaios clínicos da vacina. Mônica Calazans de 54 anos, […]

Thatiana Melo Publicado em 17/01/2021, às 15h40

Enfermeira foi primeira paciente a ser vacinada no Brasil. (Foto: CNN Brasil)
Enfermeira foi primeira paciente a ser vacinada no Brasil. (Foto: CNN Brasil) - Enfermeira foi primeira paciente a ser vacinada no Brasil. (Foto: CNN Brasil)

A primeira pessoa a ser vacinada contra o coronavírus, no Brasil após a reunião feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que autorizou neste domingo (17) o uso emergencial de vacinas contra o vírus foi uma enfermeira do estado de São Paulo.

A enfermeira participou de ensaios clínicos da vacina. Mônica Calazans de 54 anos, trabalha na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Instituto de Infectologia Emílio Ribas de São Paulo. Ela foi imunizada minutos depois do resultado da reunião da Anvisa, segundo o Portal UOL.

Mônica é do grupo de risco, já que tem hipertensão, diabetes e é obesa. Um irmão da enfermeira acabou internado por 20 dias depois de ser infectado pelo coronavírus.

Vacina aprovada

Com unanimidade dos votos, a Anvisa autorizou neste domingo (17) o uso emergencial de vacinas contra o coronavírus apresentadas pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). A decisão passa a valer a partir da comunicação aos laboratórios. O início da imunização depende da organização da campanha e da distribuição das doses, mas a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) estima que Campo Grande inicie a vacinação ainda nesta semana.

No caso da vacina Coronavac, o Instituto Butantan apresentou o pedido referente a 6 milhões de doses. A vacina é produzida pelo laboratório chinês Sinovac e também é desenvolvida pelo Butantan no Brasil. Já a Fiocruz apresentou o pedido de 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, que é importada da Índia. A vacina foi produzida pela universidade com o laboratório AstraZeneca e também é desenvolvida no Brasil pela Fiocruz.

Com o uso emergencial for aprovado, a vacina não pode ser vendida, somente será distribuída pelo sistema público de saúde. A relatora dos pedidos, Meiruze Freitas, disse que aprova o uso da vacina Coronavac diante da assinatura de um termo de compromisso.

Jornal Midiamax