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Sem vice-prefeito, presidente da Câmara assume prefeitura do Rio

Com a prisão do prefeito Marcello Crivella (Republicanos) e o cargo de vice vago, coube ao presidente da Câmara Municipal, Jorge Felippe (DEM), assumir o comando da cidade nesta terça-feira (22). O vice-prefeito Fernando MacDowell morreu em 2018. Felippe deve ocupar o cargo até pelo menos 31 de dezembro, já que no dia seguinte, o […]

Adriel Mattos Publicado em 22/12/2020, às 11h37 - Atualizado às 11h39

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Com a prisão do prefeito Marcello Crivella (Republicanos) e o cargo de vice vago, coube ao presidente da Câmara Municipal, Jorge Felippe (DEM), assumir o comando da cidade nesta terça-feira (22). O vice-prefeito Fernando MacDowell morreu em 2018.

Felippe deve ocupar o cargo até pelo menos 31 de dezembro, já que no dia seguinte, o prefeito eleito Eduardo Paes (DEM) toma posse. O presidente da Câmara foi reeleito, mas não deve continuar comandando a Casa de Leis.

Em nota, o presidente da Câmara garantiu a continuidade dos serviços públicos e da transição. “Como prefeito em exercício, vou orientar a todos os secretários municipais e dirigentes de empresas e órgãos para que mantenham a máquina pública a pleno vapor.  Vamos trabalhar com afinco e dedicação até o último dia”, declarou.

Crivella e Felippe se afastaram desde que o segundo autorizou a abertura de processos de impeachment contra o prefeito, todos arquivados em votação no plenário.

Prisão

Na manhã de hoje, Crivella foi preso em ação conjunta da Polícia Civil e do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), em um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio.

Além do prefeito, também foram presos o empresário Rafael Alves (suspeito de ser o chefe do esquema de propinas e irmão de Marcelo Alves, ex-presidente da RioTur), Mauro Macedo (ex -tesoureiro da campanha de Crivella) e o ex-vereador Fernando Moraes (também ex-delegado).

Um dos motivos do Ministério Público do Rio para pedir a prisão do prefeito carioca Marcelo Crivella (Republicanos) foi o fato de, quando foi alvo de operação de busca e apreensão, em setembro, ele ter entregue um celular para os investigadores que não era o dele.

As informações são da CNN Brasil.

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