Brasil

Jungmann fala sobre ideia de ‘abater bandido com fuzil’ e permanência de ministério

Durante reunião sobre segurança nesta quarta-feira (31), na sede da Firjan (Federação das Indústrias do Rio), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a afirmação do governador eleito no Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), de “abater” criminosos com fuzil é ilegal. Segundo o ministro, a medida não pode ser adotada sem que haja necessária […]

Egina Becker Publicado em 01/11/2018, às 12h28

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) - (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Durante reunião sobre segurança nesta quarta-feira (31), na sede da Firjan (Federação das Indústrias do Rio), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a afirmação do governador eleito no Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), de “abater” criminosos com fuzil é ilegal.

Segundo o ministro, a medida não pode ser adotada sem que haja necessária alteração na legislação atual. “É uma proposta que precisa passar pelo crivo das leis e da Justiça”, pontuou.

Ministério

Durante o evento, Jungmann avaliou as últimas atuações do ministério da Segurança Pública, e defendeu sua manutenção no governo Jair Bolsonaro (PSL). Segundo ele, em oito meses de atuação, é possível observar a “Política Nacional de Redução de homicídios de 3,5% ao ano”, o que o ministro considera um legado “que deveria permanecer”. Contudo, ele diz que “cabe ao presidente decidir”.

Ainda sobre o ministério, e a possibilidade de permanecer no cargo de gestão durante o governo de Bolsonaro, o ministro não quis se manifestar. “Se eu disser que sim, estou me oferecendo. Se disser que não, estou sendo grosseiro. Não vou fazer nenhum comentário”, disse.

Jornal Midiamax