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Soraya revela pedido de perdão e se diz aberta para ‘lado divergente’ do PSL

A senadora Soraya Thronicke (PSL) afirmou estar aberta para diálogo com o lado divergente ao dela no partido e que não descarta uma reunião com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e com o presidente da sigla, Luciano Bivar, para colocar os ‘pingos nos is’ nas discussões que acontecem no diretório local. De acordo com […]

Nyelder Rodrigues Publicado em 27/07/2019, às 14h25 - Atualizado às 17h54

Soraya ao lado de Rodolfo, à direita, durante convenção do partido. (Foto: Cleber Rabelo/Midiamax)
Soraya ao lado de Rodolfo, à direita, durante convenção do partido. (Foto: Cleber Rabelo/Midiamax) - Soraya ao lado de Rodolfo, à direita, durante convenção do partido. (Foto: Cleber Rabelo/Midiamax)

A senadora Soraya Thronicke (PSL) afirmou estar aberta para diálogo com o lado divergente ao dela no partido e que não descarta uma reunião com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e com o presidente da sigla, Luciano Bivar, para colocar os ‘pingos nos is’ nas discussões que acontecem no diretório local.

De acordo com Soraya, ela, Bivar e o ex-presidente do partido em Mato Grosso do Sul, Rodolfo Nogueira, já se reuniram para tentar resolver tais problemas. Ela revelou inclusive um pedido de perdão de Rodolfo, mas criticou as ações posteriores dele.

“Ele me pediu perdão, mas virou as costas e fez um monte de coisas”, afirma a senadora, se referindo a supostas ameaçadas recebidas por ela. Nesta semana, a parlamentar também teve negado pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) o pedido de exclusão de Rodolfo como seu suplente.

Apesar disso, a senadora diz estar aberta para conversar com o setor do PSL que não concordar com o grupo que ela faz parte. “São pensamentos diferentes. Não estou dizendo que eu estou certa e eles errados, só que pensamos de maneira distinta”.

Soraya ainda comenta que não acredita em intervenção direta de Bolsonaro no partido, já que as brigas entre partidários, seja do PSL ou outro partido, são comuns. “Tem briga em todo lugar. Em São Paulo [se referindo ao PSL] a briga é horrorosa”, conclui.

A reportagem tentou contato com Rodolfo Nogueira para obter o posicionamento dele, mas o dirigente enviou mensagem afirmando que não poderia falar no momento.

Jornal Midiamax