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Após protestos, universidade diz que alta nas mensalidades se deve a investimentos

Instituição diz que além de benfeitorias, reajustes englobam despesas que, eventualmente, tem variação ao longo do ano.

Midiamax Publicado em 25/02/2015, às 18h40

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Instituição diz que além de benfeitorias, reajustes englobam despesas que, eventualmente, tem variação ao longo do ano.

Depois da manifestação dos estudantes de medicina, da Universidade Anhanguera-Uniderp, que aconteceu na manhã desta quarta-feira (25), a instituição esclareceu por meio de nota que o aumento nas mensalidades que desagradou os universitários se deve a implementação continua de melhorias e investimentos no curso.

Conforme o texto enviado à redação do Midiamax, “anualmente, são feitos reajustes nos valores pagos pelos alunos com o objetivo de implementar melhorias contínuas de infraestrutura por meio do investimento direto em laboratórios, aquisição e reposição de acervo da biblioteca, contratação e retenção de corpo docente, manutenção de salas de aula, entre outras necessidades específicas da comunidade acadêmica”.

A nota da instituição diz ainda, que além das benfeitorias, os reajustes englobam outras despesas que, eventualmente, tenham variação ao longo do ano, tais como aluguel, contas de água, luz e telefone, etc.

Quanto à apresentação da planilha de custo, uma das exigências dos estudantes, durante o protesto, a universidade diz que irá cumprir o prazo dado pelo Procon (Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor).

Já em relação à construção do laboratório de habilidades médicas, a assessoria de comunicação diz que não há informações a respeito do atraso na entrega da obra e não soube informar se há previsão para que haja um hospital na instituição.

O caso

Na manhã desta quarta-feira mais de cem alunos da faculdade de medicina, da Anhanguera Uniderp, se reuniram em um protesto contra o aumento da mensalidade. Eles exigiam a apresentação da planilha de custo. Os estudantes afirmam que acadêmicos da mesma classe pagam valores diferentes pelo curso e que até o ano passado custava R$ 6.500.

Jornal Midiamax