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Transparência

Aquário do Pantanal capacita servidores para trabalho nos tanques 6 meses após impasse com Bombeiros

Segundo o Bioparque Pantanal, 13 profissionais integram a equipe de mergulhadores, sendo nove internos e quatro terceirizados
Nathália Rabelo, Danielle Errobidarte -
mergulhador no Aquário do Pantanal
Mergulhador no Aquário do Pantanal. (Foto: Reprodução)

O Bioparque contará com a própria equipe de mergulhadores para manutenção dos tanques, em . A medida foi adotada após situação com o em junho deste ano, quando servidores foram convocados para realizar a higienização e manutenção do local após a quantidade de brigadistas contratados ter sido insuficiente na época.

Portanto, o Bioparque Pantanal decidiu remanejar alguns colaboradores para realizar curso de mergulho e, assim, ficarem aptos para a atividade.

“É a equipe do manejo dos animais que conta com biólogos, veterinários, zootecnistas e químicos. Eles já trabalham no Bioparque e fizeram um curso de mergulho para aperfeiçoar o trabalho que já vem sendo feito, como manejo dos animais, troca de tanques e alimentação das arraias, por exemplo”, afirma o aquário.

A limpeza dos tanques é feita pela equipe terceirizada do Sistema de Suporte à Vida. Assim, o grupo de servidores capacitados tem objetivo de trabalhar com manejo de animais e cuidar do bem-estar dos peixes. “Entre mergulhadores nossos e terceirizados, temos 13 profissionais”, ressalta o ponto turístico.

Treinamento da equipe

O treinamento da equipe para integrar o quadro de mergulhadores do Bioparque do Pantanal é feito pelo instrutor de mergulho João Nascimento. 

“Eles [profissionais] fazem um treino teórico e prático com certificação internacional para ficarem aptos à execução do trabalho. Eu ensino eles a ficarem confortáveis no tanque, seguros e sem causar danos ao ambiente onde estão”, relata.

Os profissionais também aprendem sobre cuidados e manuseios dos equipamentos de mergulho. Além disso, eles receberão a certificação de mergulho após o cumprimento de todas as atividades. 

Para a bióloga-chefe do Bioparque Pantanal, Carla Kovalski, o curso vai possibilitar fazer um mergulho muito mais preciso e de qualidade, aprimorando um trabalho que já vem sendo feito. “Isso conta para a questão do manejo, se for retirar um peixe de algum tanque ou fazer algum povoamento que precise de mergulho para dar um tipo de suporte, isso será feito pela equipe de manejo que já tem a experiência de manusear esses animais, já conhece o comportamento deles”, explicou.

Um dos trabalhos a ser realizado é a elaboração do cardápio das arrais que recebem alimento na boca. Os zootecnistas que preparam a comida sabem a quantidade que elas precisam comer, então os próprios irão fazer esse serviço.

Mergulhadores do CBMS

A convocação dos mergulhadores do CBMS (Corpo de Militar de Mato Grosso do Sul) para realizar a limpeza e manutenção do Aquário do Pantanal ocorreu em junho deste ano. Na época, 15 mergulhadores foram cedidos para limpar os tanques de peixes, e outros que estariam de folga, ficaram de sobreaviso.

A denúncia apontou que, mesmo com a contratação de brigadistas civis, teria sido pedido dois bombeiros militares por escala para atuarem como brigadistas também. “Os mergulhadores do Corpo de Bombeiros, que passam por um treinamento difícil e árduo para resgatar em locais de difícil acesso, rios perigosos, agora vão ter que ir lá para fazer faxina no Aquário”, comentou um militar, que teve a identidade preservada.

Peixes no Bioparque do Pantanal
Bioparque tem variedade de espécies aquáticas (Foto: Arquivo Midiamax/Henrique Arakaki)

Ainda conforme a denúncia, teria sido pedido para mudar o termo “faxina” nos tanques, no documento de comunicação interna, após a ordem de serviço dos mergulhadores chegar ao conhecimento de um oficial de alta patente. “Os mergulhadores civis contratados pela empresa não estão dando conta, aí estão pedindo os bombeiros”, explicou outro militar.

Além disso, os dois grupamentos da Capital – 1º GB e 6º GB – além do Comandante de Socorro Metropolitano da Área Sul, a Seção de Planejamento, Operações e Controle de Atividades Técnicas, Órgãos de Apoio ao Comando Geral e Estado Maior Geral e Ciops (Centro Integrado de Operações de Segurança) também foram acionados para realizar o controle das equipes escaladas na época.

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