Política / Transparência

Projeto de controle de erosão do Parque das Nações Indígenas vai custar R$ 417 mil

Projeto deve ser feito também no Parque do Prosa

Renata Volpe Publicado em 11/06/2021, às 10h38

Buraco na entrada do Parque dos Poderes.
Buraco na entrada do Parque dos Poderes. - Saul Schramm, Subcom-MS

O projeto executivo de controle de erosão no Parque das Nações Indígenas e Parque do Prosa em Campo Grande, vai custar aos cofres públicos R$ 417 mil, conforme resultado de licitação divulgado nesta sexta-feira (11).

A empresa Schettini Engenharia venceu a licitação para elaborar os projetos executivos de recuperação funcional do pavimento, controle de erosão e contenção de encostas no Parque das Nações Indígenas e Parque do Prosa, na Capital.

O valor total dos projetos é de R$ 417.591,73. Em abril deste ano, o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) deu início às obras de recuperação do lado do Parque das Nações Indígenas e da erosão do córrego Joaquim Português.

As obras devem auxiliar no processo de cessar o assoreamento do lago do parque e conter a erosão na nascente do córrego Joaquim Português, que se encontra a outro córrego ainda dentro do Parque Estadual do Prosa e formam o Córrego Prosa, importante curso d’água que passa por Campo Grande.

Conforme o instituto, a manutenção foi custeada em R$ 4.765.214,44, recursos de compensação ambiental.

Jornal Midiamax