Política / Transparência

Nenhuma empresa se interessa em licitação de remédios para atender ações judiciais

Licitação para compra de medicamentos destinados às ações judiciais não recebeu interessados, de acordo com publicação do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) desta segunda-feira (10). Outra concorrência divulgada, também de remédios a pacientes que entraram na Justiça, é a que previa 18 lotes em medicamentos. Somente um deles, o primeiro, teve proposta e a […]

Mayara Bueno Publicado em 10/02/2020, às 09h45

Brasão de Campo Grande na fachada da Prefeitura. (Foto: Henrique Arakaki, Jornal Midiamax).
Brasão de Campo Grande na fachada da Prefeitura. (Foto: Henrique Arakaki, Jornal Midiamax). - Brasão de Campo Grande na fachada da Prefeitura. (Foto: Henrique Arakaki, Jornal Midiamax).

Licitação para compra de medicamentos destinados às ações judiciais não recebeu interessados, de acordo com publicação do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) desta segunda-feira (10).

Outra concorrência divulgada, também de remédios a pacientes que entraram na Justiça, é a que previa 18 lotes em medicamentos. Somente um deles, o primeiro, teve proposta e a Farmacêutica LTDA venceu o objeto. Somadas, as duas licitações chegam a R$ 270 mil. Nos dois casos, as aquisições foram estimadas para 1 ano.

A judicialização na saúde geralmente ocorre quando pacientes precisam de medicamentos não previstos na tabela do SUS (Sistema Único de Saúde), portanto não fornecidos gratuitamente. Nestes casos, os pacientes recorrem à Justiça para conseguir o tratamento. Em 2019, o município informou que destinou R$ 2,4 milhões para cumprir decisões judiciais na saúde.

Jornal Midiamax