Política / Transparência

MPMS vai apurar irregularidades na saúde e em presídios de Campo Grande

O MPMS (Ministério Público Estadual) instaurou a abertur de quatro inquéritos civis para investigar eventuais irregularidades em serviços de saúde e em presídios de Campo Grande, conforme publicações no DOMP (Diário Oficial do MPMS) desta segunda-feira (10). O primeiro inquérito, de número 06.2020.00000977-6, correrá na 76ª Promotoria de Justiça da Saúde Pública, comandada pela ...

Guilherme Cavalcante Publicado em 10/08/2020, às 09h57

Sede da Procuradoria Geral de Justiça do MPMS, no Parque dos Poderes, em Campo Grande | Foto: Leonardo de França | Midiamax
Sede da Procuradoria Geral de Justiça do MPMS, no Parque dos Poderes, em Campo Grande | Foto: Leonardo de França | Midiamax - Sede da Procuradoria Geral de Justiça do MPMS, no Parque dos Poderes, em Campo Grande | Foto: Leonardo de França | Midiamax

O MPMS (Ministério Público Estadual) instaurou a abertur de quatro inquéritos civis para investigar eventuais irregularidades em serviços de saúde e em presídios de Campo Grande, conforme publicações no DOMP (Diário Oficial do MPMS) desta segunda-feira (10).

O primeiro inquérito, de número 06.2020.00000977-6, correrá na 76ª Promotoria de Justiça da Saúde Pública, comandada pela promotora de Justiça Luciana do Amaral Rabelo e investigará eventuais irregularidades sanitárias apontadas no Relatório Situacional dos Serviços Municipais de Saúde nº 64/2020 na UBSF Alves Pereira, tendo como requerido a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde).

O segundo inquérito, de número, 06.2020.00000959-8, correrá na mesma promotoria e também tem a Sesau como requerida, a fim de apurar a falta ou insuficiência dos equipamentos como autoclaves, transdutor convexo e linear, esteira ergométrica, bem como, dos aparelhos de endoscopia e eletroencefalograma no CEM (Centro de Especialidades Médicas) de Campo Grande.

Na 50º Promotoria de Justiça de Campo Grande, a promotora Jiskia Sandri Trentin vai apurar, no inquérito civil nº 06.2020.00000976-5, responsabilidade da Agepen na(Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) suposta prática de maus tratos, de fornecimento irregular de alimentação e de ausência de profissional de assistência social no Presídio de Regime Fechado da Gameleira, com base em denúncia do Disque Direitos Humanos.

Por fim, também requerendo à Agepen, e a pedido da 22º Promotoria de Justiça de Campo Grande, a promotora Jiskia Sandri Trentin vai apurar, no inquérito civil 06.2020.00000985-4 a falta de Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) em unidade penal de regime fechado de Campo Grande.

Jornal Midiamax