Política / Transparência

Negócio de Família: 4 foram presos por peculato e fraude em licitações

O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) divulgou nesta terça-feira que o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) em conjunto com a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Água Clara cumpriu 8 mandados de busca e apreensão, quatro de prisão preventiva e três de medidas cautelares para dar […]

Evelin Cáceres Publicado em 16/04/2019, às 13h36 - Atualizado em 17/04/2019, às 12h47

Gaeco durante busca e apreensão nesta manha (Foto: Divulgação MPMS)
Gaeco durante busca e apreensão nesta manha (Foto: Divulgação MPMS) - Gaeco durante busca e apreensão nesta manha (Foto: Divulgação MPMS)

O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) divulgou nesta terça-feira que o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) em conjunto com a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Água Clara cumpriu 8 mandados de busca e apreensão, quatro de prisão preventiva e três de medidas cautelares para dar fim a uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de peculato, fraude a licitações e falsidade ideológica durante a Operação Negócio de Família.

A promotoria da cidade suspeita de desvio de verba pública na Câmara Municipal via elaboração de processos licitatórios fraudulentos para a contratação de assessoria em diversas áreas da gestão pública. O desvio de dinheiro público teve início com a elaboração de processos licitatórios fraudulentos, na modalidade carta convite, os quais eram direcionados a empresas pré-determinadas. Sendo assim, a empresa que vencia a licitação não prestava o serviço, porém recebia todos os valores, os quais, posteriormente, eram repassados aos agentes públicos envolvidos.

Os desvios devem chegar a R$ 900 mil. Armas de fogo foram apreendidas durante a operação.

(Com assessoria) 

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