Política / Transparência

Governo deve dividir licitações para concluir Aquário, diz Reinaldo

O governo do Estado realizará nesta quarta-feira (8) uma coletiva para apontar o que falta ser feito nas obras do Aquário do Pantanal para dar transparência ao processo e não deve lançar ainda as licitações para a conclusão do espaço. A informação foi repassada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) nesta terça-feira (7), em agenda. No […]

Evelin Cáceres Publicado em 07/05/2019, às 10h40 - Atualizado às 12h48

Foto: Marcos Ermínio/Midiamax
Foto: Marcos Ermínio/Midiamax - Foto: Marcos Ermínio/Midiamax

O governo do Estado realizará nesta quarta-feira (8) uma coletiva para apontar o que falta ser feito nas obras do Aquário do Pantanal para dar transparência ao processo e não deve lançar ainda as licitações para a conclusão do espaço. A informação foi repassada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) nesta terça-feira (7), em agenda. No entanto, o líder do Executivo estadual adiantou que deve dividir as licitações para concluir a obra.

A apresentação será feita pelo vice-governador e secretário de Infraestrutura Murilo Zauith (DEM). “O que vai mostrar ali é o que precisa para concluir, o que seria o custo para a gente finalizar e, muitas vezes, dividir essas licitações por eixos: área de energia, área construção civil, área de tancagem para que a gente possa ter a maior transparência possível”.

Na ocasião, o vice-governador deve apontar também o que há de ‘caixa’ para a conclusão e o que é preciso ser feito para buscar recursos. Azambuja informou que ainda não existem editais formatados para que as licitações por áreas sejam abertas. “O que nós queremos é mostrar do que seria os itens faltantes para conclusão do Aquário”, explicou.

Com dificuldades para encontrar empresas especializadas para finalizar a obra, após a vencedora da licitação ultrapassar o limite legal de aditivos, o governo tentou fazer um acordo com o TCE (Tribunal de Contas Estadual), MPMS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) e TJMS (Tribunal de Justiça) para seguir com a mesma empresa, mas acabou questionado por meio da Promotoria do Patrimônio Público de Campo Grande.

“Nós podemos dividir isso [a obra por áreas] para que as empresas especializadas de habilitem no processo licitatório. A decisão do Governo, independente do acordo ou não, nós vamos fazer para seguir o processo licitatório e com a licitação dar andamento nas obras”, finalizou.

Jornal Midiamax