Dez empresas estão competindo pela licitação da Prefeitura de Campo Grande que irá designar as empreiteiras responsáveis pelos serviços de tapa-buracos no município. Ao todo, as construtoras podem receber até R$ 47,9 milhões.
Esse é o valor que deve cobrir os serviços nas sete regiões de Campo Grande: Centro (R$ 8,6 milhões), Anhanduizinho (R$ 10,7 milhões), Bandeira (R$ 6,2 milhões), Imbirussú (R$ 5,8 milhões), Lagoa (R$ 7,5 milhões), Prosa (R$ 4,7 milhões), Segredo (R$ 4 milhões).
Nesta quinta-feira (19), a Prefeitura publicou um aviso de habilitação das empresas interessadas no certame. Apenas uma empresa que entrou no processo licitatório, a HL Construtora Ltda, foi considerada inabilitada para todos os lotes.
Já as empresas Wala Engenharia Ltda, Gradual Engenharia e Consultoria Ltda, Engepar Engenharia e Participações Ltda, Construtora Alvorada Ltda, Pavitec Construtora Ltda, Diferencial Serviços e Construções Ltda e Construtora Rial Ltda foram habilitadas para atuarem em todas as regiões do município.
Duas outras empresas, Arnaldo Santiago ME e RR Barros Serviços e Construções Ltda foram habilitadas para atuarem apenas nas regiões do Bandeira, Imbirussú, do Prosa e do Segredo. A empreiteira Olipol Engenharia Comércio Ltda também foi habilitada para as mesmas regiões, menos a do Bandeira.
A licitação recebeu propostas ainda no último dia 4 de julho. Após a divulgação das empresas habilitadas e inabilitadas, a Prefeitura dá prazo de cinco dias para que as empreiteiras interessadas no certame entrem com recursos, antes de finalizar o processo licitatório
Última licitação
Dentre essas empresas, três delas já atuam nos serviços de tapa-buracos atualmente, depois de terem vencido a última licitação da Prefeitura, em dezembro do ano passado. Foram elas a Gradual Engenharia, a Diferencial e a Pavitec Construtora.
A Pavitec assinou dois contratos para operar na região do Bandeira e Segredo, por R$ 10 milhões. Já a Diferencial recebeu outros R$ 8,9 milhões para tapar buracos no Centro e no Imbirussu. A Gradual Engenharia ficou com a região do Prosa, num contrato de R$ 3,6 milhões.
O último procedimento licitatório para os serviços de tapa-buracos da Prefeitura foi marcado por questionamentos das empresas, e durou mais de oito meses. O certame foi aberto em março de 2017, mas só teve os contratos assinados em dezembro. Ao todo, R$ 34 milhões foram repassados às construtoras responsáveis pelos serviços.