Política / Transparência

Para reduzir custos, Estado irá alugar relógios de ponto por R$ 3,2 milhões

Serão alugadas 609 máquinas para atender órgãos públicos de MS

Joaquim Padilha Publicado em 25/01/2017, às 12h37

(Foto Ilustrativa)
(Foto Ilustrativa) - (Foto Ilustrativa)

Serão alugadas 609 máquinas para atender órgãos públicos de MS

O governo do Estado, por meio da SAD (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização), deverá contratar uma empresa para locação de relógios de ponto, para registro dos horários de entrada e saída dos funcionários públicos do Estado. O investimento está avaliado em R$ 3,2 milhões ao todo.

A informação foi divulgada por meio de um aviso de licitação publicado pela SAD nesta terça-feira (24). A licitação, lançada na modalidade de registro de preços, ainda inclui o fornecimento do software de registro de ponto, e será abrta no dia 6 de fevereiro. 

A Superintendência de Licitação da SAD publicou uma lista de quantas máquinas de registro de ponto foram solicitadas por cada órgão do governo do Estado. Segundo a publicação, serão distribuídas 609 máquinas às autarquias estaduais.

Cada aparelho de registro de ponto deve custar no máximo R$ 472,66, incluindo o software, segundo o edital. O preço pode ser reduzido dependendo da oferta das empresas interessadas na licitação.

Boa parte das máquinas irão atender à SED (Secretaria de Estado de Educação), que fez solicitação de 372 dos exemplares. O governo pretende atingir os órgãos estaduais de todos os 79 municípios de MS.

Redução de custos

Segundo justificativa apresentada no edital da licitação, o governo acredita que a aquisição das máquinas, além de garantir uma maior efetividade no cumprimento da jornada de trabalho dos servidores, pode reduzir os custos do Estado.

Por mês, são impressas aproximadamente 50 mil formulários de folha de ponto preenchidas a mão pelos funcionários do Estado. Além do custo da impressão dos formulários, o governo ainda paga pelo armazenamento desses documentos, que dura 60 anos por folha. 

As máquinas, em contrapartida, deverão ter capacidade para armazenar no mínimo dez milhões de registros de ponto, em um período de cinco anos. Cada aparelho deverá ter capacidade de registrar até 10 mil digitais diferentes.

(Sob supervisão de Ludyney Moura)

Jornal Midiamax