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Investigação de suposto esquema para alimentar caixa 2 em MS ganha ‘carimbo da gaveta’

Diretório não tem grana para tocar todas as campanhas ao mesmo tempo e desespero pelo Caixa 2 em MS leva a erros primários
Da Redação -
Caixa 2 em MS tenta salvar promessas de campanhas que diretório não têm grana para bancar (Ilustração, Web)
Caixa 2 em MS tenta salvar promessas de campanhas que diretório não tem grana para bancar (Ilustração, Web)

Famigerado ‘carimbo da gaveta’ volta a atacar em órgão estadual que deveria agir com independência no combate à corrupção, mas não faz. Segundo reclamam servidores públicos estaduais, ordem superior mandou ‘ir devagar’ para não atrapalhar caixa 2 nas eleições de 2024 em MS.

Assim, nem oitiva de uma das principais implicadas aconteceu após operação autorizada desde maio deste ano.

Além disso, o que se comenta nos corredores é que investigação irritou profundamente a cúpula do órgão. Teriam levado enquadro dos poderosos por trás do suposto esquema.

A picaretagem armada em órgão estadual de Mato Grosso do Sul chegou a fraudar documentos em base de dados federal em troca de propina.

No entanto, servidores já sabem que chefes integram verdadeiro ‘gabinete da blindagem’ para atender criminosos políticos e poderosos em Mato Grosso do Sul. Desta forma, se protegem e superiores podem ter surpresa indigesta.

Caixa 2 em MS para não faltar dinheiro e idiota ameaçando

Enquanto isso, no órgão estadual onde esquema foi flagrado, meta é alimentar caixa 2 para diretório estadual que precisa bancar campanhas eleitorais caras em diversos municípios.

Vai faltar dinheiro para cumprir promessas e desespero por dinheiro está levando grupo a cometer erros crassos, avisam correligionários de plumagem mais antiga.

Segundo a análise, campanhas nas cidades maiores já começam a custar muito para reunir ‘todo mundo contra a rapa’. Assim, nem pretensos 40 milhões de reais propalados entre uma dose de uísque e outra dariam conta da brincadeira.

Desespero é tanto que, em tentativa de intimidar testemunha por telefone, assessor parlamentar listado na letra T da planilha acabou falando principais nomes da ‘nobreza’ e citou pré-candidato de nome curto várias vezes.

O sujeito, inclusive, se declara ‘braço direito’ do mesmo pré-candidato que enrolou até o pescoço em poucos minutos de ligação.

Tudo gravado: é suficiente para enrolar sujeito que, apesar de ainda agir com majestade, não tem nem prerrogativa de foro. Como esquema do caixa 2 em MS não é o foco da investigação, foro privilegiado deve fazer falta para acionar mecanismos de blindagem.

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