Aditivo de contrato crucial para 2022 deixa substituto com medo de usar a caneta em MS

Novo titular cobrou análise detalhada para assinar aditivo de contrato e irritou 'donos da vaga'
| 27/04/2022
- 09:53
Aditivo de contrato importante para grupo está parado porque substituto ficou com medo de assinar (Ilustração sobre reproduções, Web)
Aditivo de contrato importante para grupo está parado porque substituto ficou com medo de assinar (Ilustração sobre reproduções, Web)

Aditivo de contrato estratégico acabou enrolado em porque o substituto, ao contrário do que imaginaram, não está assinando tudo sem ler. Segundo assessoria jurídica, um parecer minucioso foi encomendado e pode melar as expectativas da galera em momento crucial.

Como foi içado ao cargo desocupado por força do rito eleitoral, alguns acreditavam que o sujeito estaria disposto a colocar o próprio nome na reta de olhos fechados garantindo esquemas relevantes para as eleições de 2022.

No entanto, o peso da caneta e alertas de amigos deixaram a fidelidade canina para trás. Assim, todos os pedidos de assinatura estariam passando por escrutínio que atrasa e irrita os verdadeiros 'donos da vaga'.

Agora, quando teria chegado a hora de assinar aditivo de contrato importantíssimo para manter suposto fluxo de caixa, a cautela do titular teria barrado tudo e irritado o grupo.

Fluxo de caixa precisaria urgentemente do aditivo de contrato

No caso do órgão em Mato Grosso do Sul, dizem que a coisa estaria enroscando na definição tortuosa do objeto, que grupo decidiu peitar na primeira assinatura, mas que agora teria assustado sujeito com a caneta na mão.

O aditamento contratual, ou seja, aditivo de contrato, é um ato oficial que registra alguma alteração contratual. Pode ser uma supressão ou o acréscimo de elementos como cláusulas, valores, documentos. Tudo deve seguir as normas estabelecidas pela Lei 8666/1993.

Além disso, o termo aditivo também é utilizado para prorrogação ou renovação contratual, de acordo com o artigo 57 da Lei das Licitações ou cláusula de vigência no contrato inicial.

A situação, dizem, só identifica os dois tipos de campanha eleitoral que mais rendem brigas: as que não têm dinheiro, e as que têm muito dinheiro.

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