Pular para o conteúdo
Política

Guardas pedem apuração de infração político-administrativa contra Adriane por não pagar periculosidade

Segundo os guardas, o adicional de periculosidade deveria ser pago desde o início de janeiro de 2023
Evelin Cáceres, Anna Gomes -
Membros do Sindgm protocolaram pedido na Câmara (Alicce Rodrigues, Midiamax)

O Sindgm (Sindicato dos Guardas Municipais do Município de ) protocolou nesta terça-feira (20) na da Capital pedido de apuração de infração político-administrativa contra a prefeita Adriane Lopes (PP).

Segundo os guardas, o adicional de periculosidade deveria ser pago no início de janeiro de 2023. “Estava provisionado na lei orçamentária anual de 2022, que passou pela casa, PGM, assessoria jurídica da Câmara. A prefeita sancionou e publicou. E ela não cumpriu, e para piorar ela pagou a insalubridade que não estava na previsão orçamentária para outros servidores”, explica o presidente do sindicato, Hudson Bonfim.

“A gente entende que tem mais do que esse direito, porém não tinha uma previsão jurídica em lei orçamentária. E nesse ato ela cometeu uma infração político-administrativa que está prevista na lei orgânica do município. A gente veio aqui protocolar esse pedido de análise por parte dos vereadores dessa situação que ela cometeu em face dos direitos das guardas”, conta.

Para a vereadora (PT), a administração municipal precisa cumprir o que foi aprovado. “Não adianta dizer que é por causa que os recursos da folha de pessoal, que estão acima dos gastos. O impacto disse seria bem menor, bem pequeno. A gente tem mais ou menos 1.600 guardas que teriam direito à periculosidade, que estão nas ruas. E a periculosidade é mais ou menos R$ 700, R$ 800 para cada um”.

Presidente da Casa, o vereador Carlão (PSB) disse que o pedido será analisado pela procuradoria da Câmara. “O procurador tem um prazo regimental de 15 dias para me mandar para a Mesa. Se tiver fundamento, a Câmara é quem vai decidir se vai ter abertura, não é o plenário. O mais importante é que a Câmara também não vai abrir nenhum processante para afastar a prefeita ou caçar o mandato dela, sendo que não tem nenhum argumento que não tenha ela cometido crimes”, explica.

Conforme a assessoria de imprensa da , são 1.253 servidores e o valor da periculosidade deve ficar em R$ 558.

Mobilização

Desde o início do mês, os guardas se mobilizam na Casa para solicitar o adicional. Vereadores da base da prefeita acusam a guarda de fazer jogo político com a situação.

Em sessão no início do mês, vereadores de Campo Grande rebateram o Sindgm (Sindicato dos Guardas Municipais de Campo Grande) após ação na Justiça. Para os parlamentares, a atitude é vista como ‘tapar o sol com a peneira’.

Compartilhe

Notícias mais buscadas agora

Saiba mais

ADPF das favelas: STF aprova plano do Rio e manda PF investigar milícias

Brasileira é encontrada morta com sinais de estrangulamento e companheiro vai preso na fronteira

Com alagamentos e no escuro, moradores do Bairro Oscar Salazar cobram melhorias na infraestrutura

Dias após sequestro a caminho da escola, adolescente é esfaqueada em Campo Grande

Notícias mais lidas agora

Mais de uma década depois, juiz inocenta 11 em sentença da Coffee Break

Detran-MS reajusta contratos e pagará R$ 44,6 milhões à empresa investigada pela PF

VÍDEO: Advogado flagra alimentos estragados na Marinha em MS, mas instituição alega descarte

Judô

Itaporã recebe etapa do Circuito Estadual de Judô neste final de semana

Últimas Notícias

Polícia

Motociclista é baleado ao reagir a abordagem policial em Campo Grande

Jovem foi levado para a UPA Leblon após ser baleado na Vila Jussara

Cotidiano

Unidade Móvel do projeto Nossa Energia sorteia 10 geladeiras e 30 ventiladores na Expogrande

Público da feira poderá conhecer e aproveitar os benefícios desse projeto itinerante e inclusivo

Cotidiano

Chuva provoca alagamentos, abre crateras e deixa condutores ilhados em Campo Grande

Enxurrada foi registrada em diferentes bairros da cidade

Política

Deputados federais de MS apontam novos mercados após “tarifaço” de Trump

Integrante da bancada de MS disse que Estados Unidos não fugirá dos impactos das taxas