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Política

Debate Midiamax: Com tema livre, segundo bloco tem acusações sobre folha secreta e empresa

Alfinetadas como 'fala mansa' e 'sala de aula mais cara do Brasil' foram usadas para troca de farpas entre candidatas
Evelin Cáceres -
Palco do Debate Midiamax (Foto: Henrique Arakaki)

Debate Midiamax teve o segundo bloco de perguntas e respostas com tema livre na noite desta segunda-feira (21), com embate direto entre as candidatas. Seguindo ao ordem inversa do sorteio do primeiro bloco, feito pela mediadora Cristina Serra, (União) iniciou a rodada de perguntas discutindo o tema a folha secreta.

Assunto foi tema até de direito de resposta para a candidata do PP no primeiro bloco. “Já sei pelo meu que não estou proibida de falar de folha secreta, ninguém vai me calar de falar de um assunto tão sério e grave para . Um esquema que está dando remuneração superfaturada para quem a senhora quer. Vamos acabar com esse assunto. Por que a senhora não sobe agora a folha oito e 14?”, desafiou Rose.

“A campeã da fake news em Campo Grande continua falando de algo que resolvi”, responde Adriane Lopes à pergunta de Rose Modesto sobre a folha secreta.

Adriane Lopes (PP) questionou Rose Modesto (União) sobre apoio do Partido dos Trabalhadores e fala anterior de Rose, que disse que ‘faria de tudo para governo Lula dar certo’.

“A senhora disse que faria tudo para o governo Lula desse certo, o que foi esse tudo?”, questionou em rodada de perguntas livres.

Rose Modesto (União) disse que “fazer tudo é pensar no ” e lembrou que apoiou Jair Bolsonaro (PL) nas últimas eleições “e não o Lula”.

Em seguida, Adriane Lopes (PP) respondeu sobre a falta de medicamentos em Campo Grande. Rose Modesto (União) questionou sobre a falta de dipirona.

“O maior problema citado pelos campo-grandenses é a questão da saúde. Então, a candidata afirmou que faltou dipirona entre os medicamentos disponibilizados pela saúde pública em Campo Grande”, disse Rose.

“A senhora precisava de quanto tempo para organizar um sistema e não deixar faltar dipirona para Campo Grande?”, questionou Rose.

Na sequência, Adriane Lopes (PP) questiona sobre empresas em nome de Rose Modesto (União). “Uma em Rondônia e outra em Campo Grande. Rondônia fica no norte, fala tanto em desenvolvimento do centro oeste, queria entender”, questionou.

Na resposta, Rose Modesto rebateu Adriane. “Conversa fiada. No bairro santa fé, uma empresa familiar que nunca fez um serviço para a prefeitura ou governo. Agora o que a senhora tem contra os pequenos empresários? Qual o problema disso? Essas perguntinhas não leva a nada. Diferente da senhora que não gosta de trabalhar, eu trabalho”, disse.

A terceira questão de Rose Modesto (União Brasil) foi sobre educação. A candidata questionou Adriane Lopes (PP) sobre as salas de aula contêiner, que rebateu as acusações.

“Por que é que vocês escolheram pagar a sala de aula mais cara do Brasil? Por que é que escolheram assinar um contrato de mais de R$ 40 milhões, assinando uma ata com uma empresa de MG que já tem problemas no MPMS por causa de obras em Coxim”, disse Rose Modesto.

Na resposta, Adriane pontuou as prioridades da gestão. “Educação de Campo Grande para mim é prioridade”, afirmou Adriane Lopes ao dizer que educação da Capital é referência.

Com tema livre, Rose Modesto e Adriane subiram o tom no segundo turno do debate (Henrique Arakaki, Midiamax)

Em nova rodada de perguntas, Adriane Lopes (PP) questionou Rose Modesto (União), sobre apoio da candidata nas eleições de 2022. “Todo mundo sabe que a senhora trabalhou contra Riedel em 2022 e como vai buscar apoio do estado se eleita for?

Rose Modesto (União) reafirmou que tem posicionamentos políticos de forma respeitosa e disse que obteve o apoio de Riedel para indicação a superintendente da Sudeco. “Nunca deixei de ter bom diálogo”.

E devolveu pergunta para Adriane: “Vocês tiveram apoio do em outra eleição. De lá para cá, a vida inteira tiveram apoio do governo do Estado e não vi um dia a senhora ir na governadoria discutir essa questão do ICMS. Tratou Campo Grande com descaso e foram mais de R$ 1 bilhão perdido. Daria para construir Hospital Municipal, fazer asfalto”.

Na última pergunta do segundo bloco do Debate Midiamax, Adriane Lopes (PP) questiona votação de Rose como deputada federal sobre a PEC 186 de 2019 que “congelaria salário de professores, enfermeiros e policiais por 15 anos e trabalhariam fins de semana sem remuneração e quer falar que defende servidor público, mas não defendeu quando teve oportunidade”, disparou.

Na resposta, Rose Modesto voltou a falar que Adriane mente. “A senhora não tem informação correta ou age de má-fé comigo? A fé que a senhora tem, vai se arrepender, A senhora ataca a minha honra, mas deus é aquele que não esconde nada. Essa é mais uma mentira. Na minha gestão, servidor não vai ficar na frente da prefeitura, pessoal da enfermagem, pessoal da guarda lutando pelos seus direitos”, afirmou.

Na última pergunta, Rose Modesto (União) questionou Adriane Lopes (PP) sobre as filas em Campo Grande na área da saúde e a localização do futuro Hospital Municipal. A candidata do PP respondeu que “idosos não ficarão na fila”.

“Está lá no plano de governo, na página 39 a implantação de sistema de gestão de fila. Eu estou trabalhando para acabar com fila e a senhora está fazendo gestão de fila?”, perguntou Rose no começo.

Sobre a gestão de fila, Adriane Lopes (PP) falou que a proposta é para trazer tecnologia e inovação. “O gerenciamento é para que o idoso não fique na fila, que a mãe saiba a hora de sua consulta”, afirmou.

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