A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), a manutenção da prisão preventiva do deputado Chiquinho Brazão (RJ). O parlamentar carioca está detido no Presídio Penal Federal de Campo Grande por ser um dos acusados de mandar matar a deputada Marielle Franco, e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018. 

A manutenção da prisão recebeu 39 votos favoráveis e 25 contras. Um dos parlamentares que votaram para soltar Chiquinho Brazão foi o deputado federal sul-mato-grossense Marcos Pollon (PL), acompanhando os votos dos correligionários do partido.

Após a votação do parecer pela CCJ, a prisão de Brazão será analisada pelo Plenário da Câmara. A manutenção ou não da detenção deve ser decidida pela maioria absoluta com 257 votos, durante votação aberta e nominal. Os parlamentares devem aprovar ou rejeitar o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC).

As prisões de parlamentares com mandato em exercício, como deputados ou senadores, devem ser submetidas aos plenários das respectivas casas.

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