Política

Simone quer repetir movimento social que elegeu Alcolumbre para sucedê-lo no Senado

Candidata à presidência do Senado Federal, Simone Tebet (MDB-MS) redobrou a aposta na mobilização fora do Congresso Nacional para aumentar suas chances na eleição de 1º de fevereiro. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a campanha da emedebista quer repetir movimento de 2019. Na época, Simone foi derrotada na disputa interna e Renan Calheiros (AL) […]

Adriel Mattos Publicado em 26/01/2021, às 12h30 - Atualizado em 27/01/2021, às 06h51

Foto: Pedro França/Agência Senado
Foto: Pedro França/Agência Senado - Foto: Pedro França/Agência Senado

Candidata à presidência do Senado Federal, Simone Tebet (MDB-MS) redobrou a aposta na mobilização fora do Congresso Nacional para aumentar suas chances na eleição de 1º de fevereiro. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a campanha da emedebista quer repetir movimento de 2019.

Na época, Simone foi derrotada na disputa interna e Renan Calheiros (AL) representou a legenda na disputa contra Davi Alcolumbre (DEM-AP). Nas redes sociais, houve forte movimentação contra a eleição do alagoano.

Assim, senadores declararam seus votos, dificultando conversas de bastidores que favoreceriam a eleição de Renan. Simone foi uma das vozes contrárias a ele, apoiando Alcolumbre e contrariando seu próprio partido.

Se antes os dois emedebistas estavam em lados oposto, hoje Renan atua em favor da sul-mato-grossense. Quando questionada, a senadora frisou que o MDB estaria unido pela sua eleição.

Toda a legenda está participando da campanha. “Nós vamos nas redes sociais de outros senadores, os marcamos nas nossas postagens, para tentar mostrar que estamos frente a um marco histórico. O Senado pode ter pela primeira vez em sua história uma mulher presidente”, disse Marijane Grando, do MDB Mulher de São Paulo.

O principal adversário de Simone, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), teve postura semelhante a Renan em 2019. Antes mesmo do MDB se definir, o mineiro já articulava com vários partidos.

Ele foi lançado por Alcolumbre e tem o apoio do presidente da República, Jair Bolsonaro. Sua aliança reúne as mais diversas legendas, desde o PT até o Republicanos, legenda do senador Flávio Bolsonaro (RJ).

Apesar de virtualmente ter votos suficientes para vencer, Pacheco não tem garantia da vitória. “Traições” são possíveis com o voto secreto, e Simone tem conversado individualmente com colegas para tirar votos do democrata.

Jornal Midiamax