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Política

Líder de Bolsonaro no Senado desmente dissidência e declara apoio à Simone Tebet

Simone Tebet (MDB) tenta galvanizar mais apoios para eleição à presidência da Casa. Líder de Bolsonaro era visto como possível "traidor".
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O líder do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), declarou publicamente seu apoio à candidatura de (MDB-MS) para a presidência da Casa.

“Unido, o MDB, que possui a maior bancada no Senado, marcha junto com Simone, que reúne os predicados para liderar a Casa neste momento de grandes desafios que o país enfrenta”, escreveu hoje (16) o senador, em sua conta no Twitter.

Bezerra Coelho era tido como divergência ao nome da sul-mato-grossense. Ele e o líder de Bolsonaro no Congresso, Eduardo Gome (MDB-TO), recuaram em suas candidaturas e abriram caminho para Simone a fim não contrariar a preferência do presidente da República a Rodrigo Pacheco (DEM-MG), também apoiado pelo atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“Portanto, reafirmo meu compromisso com a candidatura da senadora e rechaço qualquer tentativa de disseminar dissidências e desarmonia dentro do MDB”, completou Fernando Bezerra Coelho.

Simone tenta galvanizar mais apoios para fazer frente a Pacheco. Por enquanto, ela tem as adesões do próprio MDB, além de Cidadania e Podemos. Este último, no entanto, liberou parlamentares divergentes.

A sul-mato-grossense tentava o apoio do PSDB, que “rachou” e não fechou questão em torno de um só candidato. Nas contas mais otimistas, Simone Tebet teria 27 votos garantidos.

Por outro lado, Rodrigo Pacheco já teria os 41 votos necessários para ser eleito em fevereiro. O bloco de apoio ao democrata tem, além do DEM, também PSD, PP, PT, PDT, , Republicanos, PSC e PL.

Bancadas como de PSL (2 senadores), (2) e PSB (1) ainda não definiram lado.

A votação para presidência é secreta, por isso, “traições” são sempre uma possibilidade. Se no Podemos os senadores Romário (RJ) e Marcos do Val (ES) indicam preferência por Pacheco, Esperidião Amin, do PP, deve contrariar sua bancada para apoiar Simone.

A sul-mato-grossense busca seguir os passos do pai, Ramez Tebet, que presidiu o Senado entre 2001 e 2003. Além disso, ela pode ser a primeira mulher presidente da Casa.

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