Política

Deputados dizem que manifestação pacífica de 7 de setembro deve-se à maturidade da população

Manifestantes contra e a favor de Bolsonaro ocuparam as ruas de Campo Grande e não houve registro de brigas

Renata Volpe Publicado em 08/09/2021, às 11h28

None

Os deputados de Mato Grosso do Sul avaliaram que a pacificidade das manifestações de 7 de setembro deve-se à maturidade da população campo-grandense. Manifestantes contra e a favor do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) foram às ruas durante a terça-feira (7) e não houve registro de brigas ou desavenças.

Na avaliação do deputado Herculano Borges (Solidariedade), 7 de setembro é um dia emblemático. “O clima pacífico, na minha opinião, mostra que o brasileiro está amadurecendo e entendendo que a democracia se faz desta forma”.

Segundo Pedro Kemp (PT), o fato de as manifestações pró e contra o  governo terem ocorrido em locais diferentes e com a presença massiva das forças de segurança impediram confrontos e incidentes. “É isto que realmente deve reinar no país, liberdade de manifestação e defesa da democracia”.

Coronel David (sem partido) avalia que a civilidade e pacificidade eram esperadas. “As manifestações da direita que lutam por democracia, pelo estado democrático de direito, pela família e em apoio ao presidente Bolsonaro foram impressionantes e dentro da civilidade e pacificidade esperadas. Mostramos força e um apoio muito grande ao presidente Bolsonaro”.

Lídio Lopes (Patriota) afirmou nunca ter visto um movimento como o de terça-feira (7). “Campo Grande teve uma das maiores manifestações que pudemos presenciar. Foi pacífica e quando o movimento acabou, não tinha lixo jogado na rua, as ruas estavam limpas, movimento pacífico e ordeiro”.

João Henrique Catan (PL) disse que os movimentos de verde e amarelo, que sempre empunham a bandeira do Brasil, são organizados, pacíficos, ordeiros e não deixam sujeiras ou quebradeiras nas ruas. “Foi um orgulho ver o povo na rua, lutando pela democracia. A rua é o palco para onde levo as minhas legítimas reivindicações”.

Jornal Midiamax