Política

Decreto de MS não será prorrogado e Campo Grande reabre comércio dia 5, diz Marquinhos

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), informou ao Jornal Midiamax que o decreto estadual que restringe atividades comerciais não será prorrogado e caberá a cada município definir como será a partir de segunda-feira (05). “Em Campo Grande vamos flexibilizar. Nossa decisão é o retorno das atividades de atacado e varejo. Vamos reabrir academias, salão […]

Gabriel Maymone Publicado em 30/03/2021, às 12h11 - Atualizado em 31/03/2021, às 09h41

Prefeito Marquinhos Trad prometeu publicar flexibilizações na quarta-feira. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)
Prefeito Marquinhos Trad prometeu publicar flexibilizações na quarta-feira. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax) - Prefeito Marquinhos Trad prometeu publicar flexibilizações na quarta-feira. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), informou ao Jornal Midiamax que o decreto estadual que restringe atividades comerciais não será prorrogado e caberá a cada município definir como será a partir de segunda-feira (05).

Em Campo Grande vamos flexibilizar. Nossa decisão é o retorno das atividades de atacado e varejo. Vamos reabrir academias, salão de beleza, escolas…”, declarou Marquinhos. O decreto com as flexibilizações deve sair no Diário Oficial de quarta-feira (31).

Conforme o prefeito de Campo Grande, deve haver limite de horário permitido para funcionamento de acordo com o segmento. “Estamos apenas decidindo de vai abrir até 16h, 17h ou 18h ou se nós vamos [limitar o horário] de acordo com cada tipo de segmento”, informou.

Por fim, Marquinhos explicou que aguarda alguns dados para definir sobre o toque de recolher. “Vai ser entre 20h, 21h e 22h”, adiantou.

Decisão de prefeitos

Reunião na manhã desta terça-feira (30) na Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul),  entre representantes do governo do Estado e  prefeitos, definiu que cada cidade deverá normatizar as regras a partir de segunda-feira (05).

O secretário estadual de saúde, Geraldo Resende, disse que os setores representativos do comércio e outras entidades apresentaram sugestões. “Deverão servir de referência para um novo decreto, que está sendo construído”, adiantou.

Jornal Midiamax